Opinião

Opinião | Videojogos: uma experiência de socialização

Neste verão, talvez valha a pena trocar a pergunta "Quanto tempo estiveste a jogar?" por outra bem diferente: "Com quem jogaste hoje?"

Tiago Sousa
Opinião

Spoofing: Quando o número do banco mente

Durante muito tempo, aprendemos a verificar quem nos ligava através do número apresentado no ecrã. Se reconhecíamos o contacto, confiávamos e, este, era um comportamento perfeitamente lógico. O número de telefone funcionava como uma espécie de cartão de identificação. Infelizmente, hoje já não funciona assim

Luis Garcia
Opinião

Abdominais "tradicionais" ou prancha? A explicação de um professor de Educação Física

Filipe Soares Ferreira
Incerto Mundo Novo

À mesa. Opinião de Sofia Santos Machado

Crianças que fazem refeições em família demonstram melhor domínio da língua e posteriormente maior capacidade de leitura e melhores resultados escolares

Sofia Santos Machado
Opinião

O país que fotografamos nas férias e esquecemos no resto do ano

O país que fotografamos em agosto é exatamente o mesmo que esquecemos em outubro. E talvez a forma como tratamos o interior quando termina o verão diga muito mais sobre o país que somos do que todas as fotografias bonitas que publicamos durante as férias

Inês Pina
Opinião

As touradas representam o País? Perguntem ao povo

Falam da "faena", como se de um bailado ou de arte se tratasse. Mas qual é a arte em brilhar à custa de um animal exausto, massacrado, assustado, ensanguentado, espicaçando-o e ludibriando-o com o capote para lhe espetar ferros no dorso? E depois de deleitarem os espectadores com o animal já moribundo, entra um grupo de supostos corajosos para o pegar e tentar imobilizar. Depois, o destino continua a ser a morte

Isabel Oliveira
Opinião

Linha Circular do Metropolitano: O carrossel de turistas que afastará quem trabalha em Lisboa

Ao optar pelo fecho da Linha Circular no interior da capital, o Governo português obta por construir barreiras físicas à coesão territorial, com um transbordo que não existe atualmente e hipotecando a expansão do metropolitano que já prevê um outro transbordo entre Loures e Odivelas

Tiago Veloso
Opinião

Carta aberta: Hospitais para as Misericórdias: pragmatismo ou obsessão ideológica?

A decisão política de transferência de hospitais públicos para as Misericórdias carece de fundamentação e de prova. Ao contrário do que o Governo afirma, não se trata de garantir o bem comum e os interesses de uma gestão pública que cumpra desideratos sociais, éticos e cívicos, mas sim de uma opção dogmática baseada numa “obsessão” ideológica usurpadora de bens públicos. Carta aberta de nove membros do Grupo de Saúde da Associação Causa Pública

Opinião

Da Índia a Portugal: quantas pessoas?

Quando o humano se apercebe de que a sua pessoalidade, e, por consequência, o acontecer da pessoa que se é, deixa de encontrar acolhimento na comunidade onde vive, rompe-se a confiança de que essa mesma comunidade ainda possa constituir o lugar onde uma vida encontre sentido, reconhecimento e realização

Gonçalo Soares de Jesus
Diário do Governo

Prémio Laranja Amarga para um Governo em cuidados continuados

Por mais esta manifestação de arrogância, gestão incompetente e desprovida de humanismo, o primeiro prémio Laranja Amarga do querido mês de agosto vai para Ana Paula Martins

Eduardo Cabrita
Opinião

A obsessão da direita pelas chamadas Terapias de Conversão, a autodeterminação e as bandeiras LGBTI+

Quaisquer meios e mecanismos que tratem as pessoas LGBTI+ como seres humanos inferiores são degradantes por definição e podem configurar tortura

Maria João Vaz
Opinião

Cuidados de saúde domiciliários: não podemos continuar a responder a uma nova realidade com modelos concebidos no passado

A questão é saber se continuaremos a responder a esta realidade com modelos concebidos para uma época diferente ou se teremos a capacidade de adaptar a forma como pensamos os cuidados às necessidades das pessoas

Tiago Marques
Igualmente desiguais

Os novos capitães da areia

Os menores que chegam a Ceuta não são personagens de ficção, mas vivem uma tragédia semelhante: são vistos através da lente da segurança, da irregularidade e da pressão migratória, quando deveriam ser reconhecidos, em primeiro lugar, como crianças separadas da sua rede de proteção

Manuela Niza Ribeiro
Opinião

A educação como primeira infraestrutura da sustentabilidade

Assistimos a guerras em direto no telemóvel antes de aprendermos geografia suficiente para as compreender. Vivemos uma pandemia quando ainda estávamos a descobrir quem éramos. Crescemos a ouvir que o planeta está em risco, que as democracias enfrentam desafios crescentes e que, muito provavelmente, teremos uma vida mais incerta do que a dos nossos pais

Carolina de Araújo
Opinião

A História já não se escreve - publica-se

Os livros de História do futuro já não se escrevem assim. Escrevem-se num telemóvel, em tempo real, por quem não estava lá, não conhece o assunto e não tem obrigação nenhuma de acertar

Ana Inês Patrício
Opinião

Tem apneia do sono e não consegue usar a máquina CPAP? Há uma alternativa a avaliar. Opinião de um dentista

Se lhe foi diagnosticada apneia do sono e o CPAP não está a resultar — seja por intolerância, seja por desconforto, vale a pena falar com o seu médico sobre a possibilidade de avaliação para um dispositivo de avanço mandibular

Eduardo Bastos
Opinião

Férias de verão: o descanso também faz parte do treino

​O maior erro que muitos pais cometem no final da época é acreditar que os filhos precisam de continuar a treinar. A ciência diz precisamente o contrário: para evoluir, um jovem atleta precisa também de aprender a descansar

Francisco Baptista
Tecnologias quânticas cibersegurança
Opinião

Quanto custa realmente um projeto de IoT?

Na Internet das Coisas (que liga objetos físicos do dia a dia à internet), o custo relevante raramente é o primeiro, é o segundo, o terceiro e todos os que vêm depois deste

Afonso Freitas
Opinião

A hemodiálise não tira férias

Carlos Coelho
Opinião

Estará a obsessão pela eficiência a travar o crescimento das empresas?

A verdadeira questão que os líderes empresariais devem colocar não é até onde conseguem cortar, mas até onde conseguem crescer. Porque a eficiência mantém uma empresa competitiva, mas é a capacidade de imaginar e construir o próximo passo que garante o seu futuro

João Silva Santos
Opinião

Ceuta: Os novos mouros chegaram sem espadas e a Europa respondeu com boias

Em 711, atravessaram Gibraltar soldados que trouxeram conquista, violência, ciência e civilização; em 2026, os rapazes que chegaram ao enclave de Ceuta, do outro lado, ainda em África, chegaram descalços e de camisola de futebol, empurrados pela pobreza, pelas redes sociais e por governos que usam seres humanos como munição diplomática

José Vieira Mendes