Prémio Laranja Amarga para o flop da Reforma do Estado de um Governo paralisado na barraca
O Governo está desaparecido, provavelmente escondido na barraca, com medo da rua e tolhido pela sua impotência parlamentar, mas pelo contributo para o prolongamento da sobrevivência através de pretensas reformas que degradam o controlo democrático e a capacidade de resposta do Estado, o prémio Laranja Amarga de hoje vai para Gonçalo Matias, guru do desmaiado folclore reformista de uma governação esvaída
Prémio Laranja Amarga para dois anos e meio a armar a tenda
Por sucessivas medidas promotoras da explosão dos preços da habitação e da especulação imobiliária, o ministro Pinto Luz merece o prémio Laranja Amarga por 30 meses a montar a tenda em que o Governo se irá deitar
Prémio Laranja Doce para o Governo a voar nas asas de Pedro Nuno Santos
Pela forma como conduziu o processo de privatização parcial da TAP, com prudência, busca de soluções consensuais com a oposição, sem colocar em causa o processo de recuperação da empresa iniciado em 2020, o prémio Laranja Doce de hoje vai para a nova trajetória de voo de Miguel Pinto Luz
Prémio Laranja amarga para o Governo à deriva na armadilha que criou
Pela sua incapacidade estratégica e medíocre apego a uma mera governação de subsistência, Luís Montenegro merece o Grande Prémio Laranja Amarga da edição nº 100 de 2026 do Diário do Governo, por conduzir o País para um beco de difícil inversão de marcha e levar o PSD a caminho do suicídio
Prémio Laranja sem Sumo para a ingratidão com a viabilização de um Orçamento a distrair as atenções do esgotamento das ilusões
Por ser o rosto orçamental da gestão política de um ciclo de ilusões, baseadas em fundos europeus, trabalhadores imigrantes e aumento da carga fiscal, o prémio Laranja sem Sumo do bocejo orçamental vai para Miranda Sarmento
Prémio Laranja sem Sumo para os consensos envergonhados na terra dos brandos costumes
Pela ausência de legitimidade democrática e de qualquer desígnio de futuro para a sua governação pisca-pisca, o Orçamento com o PS e o arrendamento com o Chega, o prémio Laranja sem Sumo da terra dos brandos costumes vai para Luís Montenegro
Prémio Laranja Amarga para um País em colapso social distraído pela birra de Ronaldo
Por fugir ao escrutínio político e tornear todas as crises, mas apressadamente ter dado conta das conversas urgentes que teve, sem resultados conhecidos, com Cristiano Ronaldo, Jorge Jesus e Pedro Proença, o prémio Laranja Amarga da governação totalmente focada na distração da atenção vai para Luís Montenegro
Prémio Laranja Doce para a ministra que é detestada por Moedas e pelo CDS
Por ser uma reserva de clarividência e sustentabilidade numa governação aturdida pelas ameaças eleitorais, e pela irritação causada em Moedas e no CDS, Graça Carvalho merece o prémio Laranja Doce da verdade ambiental
Prémio Laranja sem Sumo para um Governo perdido a olhar para a Lua
Pela capacidade de sonhar passar entre os pingos da chuva, salvo algumas inócuas preocupações humanitárias perante atrocidades em Gaza e na Cisjordânia, e pela ausência de uma estratégia para a relação de Portugal com a China e o Oriente, o prémio Laranja sem Sumo da maior lua do ano vai para ministro das relações exteriores deste Governo em quarto minguante, Paulo Rangel
Prémio Limão Azedo para a irresponsabilidade global do Governo sem vagas nas escolas
Pelo ódio às famílias, pela falta de espírito democrata-cristão e pelo despropósito da declaração no terceiro ano letivo do Governo, o prémio Limão Azedo vai para Nuno Melo
Prémio Laranja Amarga para as medidas recauchutadas de um Governo empanado
Pela repetição das habilidades dos dois anos anteriores, tentando vender como novidade as medidas já apresentadas na Assembleia da República, o prémio Laranja Amarga de uma semana governativa sem rasgo vai para o timoneiro Luís Montenegro
Prémio Laranja Amarga para o terceiro início de ano letivo de Alexandre
Por ser a evidência dos pés de barro da vertente orgânica da Reforma do Estado e pela acumulação de fatores de incerteza na vida de estudantes, pais e professores, o prémio Laranja Amarga do início do ano letivo vai para Fernando Alexandre
Prémio Laranja sem Sumo para os brindes do outono de um Governo em ocaso precoce
Pela eficácia da discreta gestão politico-orçamental, o ministro Miranda Sarmento ganha o prémio Laranja sem Sumo da prevenção política do “cataclismo”.
Prémio Laranja Amarga para a bazuca encravada de um governo inseguro
Por ser o rosto dos anúncios risonhos, que escondem a subversão da visão transformadora do PRR e que não asseguram a continuidade e estabilidade do investimento público, o prémio Laranja Amarga do retorno à realidade, que está para lá dos autoelogios montenegrinos e do foguetório venturista, vai para Castro Almeida
Prémio Laranja sem Sumo para um agosto sem chama de um Governo cansado e acossado
Pelo desperdício de um més de férias sem chispa de rasgo que não a sobrevivência no poder, e pela banalização dos critérios éticos da operação Spinumviva, só a tolerância estival nos permite dar a Luís Montenegro um benigno prémio Laranja sem Sumo
Prémio Laranja Amarga para o Governo que atira a pedra e esconde o corte da pensão
Pela sonsice satisfeita com o ajustar de contas com as verdadeiras reformas feitas no passado, abrindo caminho a malfeitorias futuras, o prémio Laranja Amarga da reforma escondida das pensões vai para Rosário Palma Ramalho
Prémio Limão Azedo para o secretismo indignado do comandante Melo
Pela teimosia no secretismo, pela fuga ao controlo político e de legalidade e pela verborreia ameaçadora, o prémio Limão Azedo de agosto vai para Nuno Melo
Prémio Laranja Amarga para um Governo em cuidados continuados
Por mais esta manifestação de arrogância, gestão incompetente e desprovida de humanismo, o primeiro prémio Laranja Amarga do querido mês de agosto vai para Ana Paula Martins
Prémio Laranja Amarga para a rendição do MAI à estratégia Spinumviva
Pela participação numa novela de desnecessária degradação da imagem da PJ, pelo contributo para a degradação da autoridade do Estado e pela ligeireza incompreensível num jurista calejado em operações de alto risco, o prémio Laranja Amarga da partida para férias vai para Luís Neves
Prémio Laranja Amarga para seis meses de promessas já sem memória das tempestades
Os leirienses sem teto da casa, os alcacerenses sem futuro para o comércio local e os marinhenses sem apoios de praia e com as árvores tombadas à espera dos incêndios, não esquecem, e dão o prémio Laranja Amarga das promessas com memória curta ao ministro da fraca Coesão Territorial Castro Almeida
Prémio Laranja Amarga para um Governo a precisar de férias
Para já este Governo, entre o paralisado e o atarantado, garante para Luís Montenegro o prémio Laranja Amarga da época balnear