1. Casas do Côro, Meda O projeto de enoturismo na aldeia histórica de Marialva é, descreve, “elegante, fino e simpático”, apesar de estar situado “no fim do mundo, perto da lua”, no meio de uma paisagem “agreste”. Nas Casas do Côro, aprecia, sobretudo, os cozinhados de Carmen Romão, mulher do proprietário, Paulo Romão. “Uma cozinheira genial”, diz.
2. Restaurante O Gaveto, Matosinhos Quem quiser vê-lo sentado à mesa de um restaurante, é ir a um dos mais antigos de Matosinhos. “O Gaveto é a minha cantina, com peixe e marisco do melhor”, conta-nos Dirk, que ali aprecia a lampreia (na época dela), os percebes, os camarões da costa, o robalo… Enfim, gosta de tudo e, além disso, “do serviço perfeito”.
3. Japão Os chás japoneses, “sublimes e ligados a uma gastronomia extraordinária”, fazem-no visitar Quioto com frequência bem como o sul do Japão onde vai, com a mulher, Nina Gruntkowski, ver os produtores de chá verde. A ideia é aprofundarem o cultivo que desenvolvem, em Vila do Conde (Chá Camélia).
4. Casta Baga, Bairrada Dirk Niepoort é um dos defensores da casta Baga e por isso tem contribuído para a promoção das vinhas velhas da Bairrada. Por se tratar de uma casta muito sensível, a região é, considera, “a mais complicada de Portugal”. “Um labirinto infernal genial”, nota.
5. Tomate Coração de Boi Para o produtor de vinhos, o tomate Coração de Boi do Douro é “o melhor deste planeta, na mais incrível região vitivinícola do mundo”.
6. Açores A propósito dos Açores, Dirk Niepoort compara a “natureza pura” que existe no arquipélago à “simplicidade na sua perfeição”.