“Vivemos num mundo sem sentido, cada vez mais consumista, nacionalista e à beira do colapso climático. E passamos a maior parte das nossas vidas a trabalhar para esquecer isso, porque nos sentimos absolutamente impotentes para mudar”

Foto: James-Startt

“Vivemos num mundo sem sentido, cada vez mais consumista, nacionalista e à beira do colapso climático. E passamos a maior parte das nossas vidas a trabalhar para esquecer isso, porque nos sentimos absolutamente impotentes para mudar”

O “nós contra eles”, tão presente nos tempos que correm, pode minar a visão iluminista do ser humano. Mais: há um movimento a contribuir para isso, correndo o risco de comprometer o universalismo, a distinção entre poder e justiça e a crença no progresso. Quem o afirma é uma mulher destemida e com créditos firmados na academia.

Em A Esquerda Não É Woke (Presença, 176 págs., €14,90), a filósofa norte-americana, com cidadania judaica e radicada em Berlim, desvenda as contradições de quem reclama justiça social e racial, mas adotando atitudes extremistas que não só refletem uma visão linear do mundo como em pouco ou nada contribuem para as mudanças urgentes de que o planeta precisa hoje.

Nascida em Atlanta, há 68 anos, formada em Harvard e autora de obras de filosofia e política com impacto social, Susan continua a ser um espírito inquieto. Na adolescência, trocou o ensino secundário pelo movimento contra a guerra no Vietname e, nos efervescentes anos 80, viveu na cidade alemã que é hoje a sua casa.

Com três filhos adultos e uma carreira universitária entre dois continentes – lecionou em Yale e Telavive –, Susan dirige o Fórum Einstein, em Potsdam, na Alemanha. Nesta quinta, 7, vai estar em Lisboa para lançar o livro e conversar com Ricardo Araújo Pereira, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Na videochamada com a VISÃO, que aconteceu no dia da morte de Navalny, a socialista assumida mostrou-se uma voz a favor do melhor que a natureza humana pode ser.

Porque decidiu avançar com este manifesto agora?
Porque entendo que atravessamos um perigo enorme com a ascensão do protofascismo à escala mundial. É muito interessante a forma como a direita é muito boa – e tem feito isso ao longo de anos – a fazer encontros para partilha de táticas e estratégias, como fez o Steve Bannon num castelo, em Itália, da mesma forma que Narendra Modi [primeiro-ministro da Índia] e Netanyahu se encontraram e rodearam de figuras radicais. Todas as pessoas que são perigosamente de extrema-direita têm uma enorme facilidade em dialogar e entender-se, enquanto, do outro lado do espectro político, acontece o contrário, e isso está ligado ao movimento woke. Tenho ouvido várias pessoas, em diferentes países, que se questionam sobre se serão de esquerda, porque não se identificam com os excessos woke. Há aqui uma confusão, e é preciso esclarecê-la. Quem se considera progressista deveria formar uma frente unida sem se perder na política simbólica.

O que é, ao certo, ser woke?
Penso que o woke é um conceito incoerente, pois assenta num conflito entre sentimentos e ideias. As emoções woke, que partilho, são tradicionalmente associadas à esquerda liberal: ser a favor das pessoas oprimidas e marginalizadas, querer corrigir os crimes da História ou, pelo menos, reconhecer que existiram. Porém, estas emoções foram minadas por pressupostos reacionários, pertencentes à direita. No livro, apresento três e dedico um capítulo a cada um.

Um deles é o conceito de “tribo”. Pode exemplificar?
A direita sempre acreditou que só se têm vínculos profundos com a tribo de que se faz parte; por isso, existem obrigações a manter face a ela. Tradicionalmente, significa “origem étnica” e, mais tarde, passou a incluir as questões de género. Quando surgiu a sigla que hoje conhecemos por LGBTQIA+, ela era conotada com ser gay, um termo que, na língua inglesa, também é sinónimo de “alegre”. Lembro-me de um amigo que, há 40 anos, saiu do armário e me disse que pertencia à “gaity”, o grupo das pessoas felizes. Cada grupo sentiu necessidade de ter uma letra a identificar a sua tribo.

Porque é que isso começou a ser problemático?
A esquerda tradicional sempre defendeu a possibilidade de se ter ligações profundas com pessoas que não fazem parte da tribo, mas o tribalismo woke assumiu uma visão reacionária do mundo. Não acredito que as nossas identidades sejam redutíveis à origem étnica e ao sexo, duas dimensões que não escolhemos, quando há uma multiplicidade de outras que podemos escolher e criar. Ou seja, reduzir aquilo que somos ao “o que o mundo nos fez” é um empobrecimento da autoimagem humana. Além disso, facilita a vida ao setor empresarial, em termos de imagem, porque sai bem mais barato contratar algumas mulheres, ou gays, ou pessoas de cor para ficar com uma boa imagem no mercado. 

Que alternativas propõe?
Costumo desafiar as pessoas a enumerar dez qualidades que consideram importantes na sua identidade. É mãe, ou pai, ou uma criança? Qual é a sua profissão? Qual a sua orientação política? Tem paixão pela música? A resposta a estas questões é crucial para entendermos quem somos. Muitas destas dimensões são escolhidas por nós, e eleger uma ou duas como essenciais é, no meu ponto de vista, um grande erro. Por vezes, é necessário encarar as coisas numa perspetiva racial ou sexual, mas reduzi-las a isso é absolutamente reacionário.

Como explica que essa visão, que lhe merece críticas, esteja a ser tão influente?
O problema tem raízes profundas, e, se tivesse de escolher uma data, recuaria até ao ano de 1991, quando o projeto de um Estado socialista colapsou. Não quero com isso dizer que morreu, porque continua a existir sob várias formas. A ideia de só haver um tipo de socialismo que desagua no Gulag, em que tudo é visto a cinzento e destituído de cor, é disparatada, até porque também existem vários tipos de capitalismo. Naquela altura, todas as forças, da economia à política, passando pela cultura popular, se alinharam em torno de uma mensagem comum, que nos transmitiram: não havia uma alternativa ao neoliberalismo global.

Apenas no mundo ocidental ou de forma generalizada?
Em todo o lado. Aconteceu, seguramente, na Índia, na Rússia, na China. O comunismo tem as piores características do capitalismo. Pode dizer-se que é um fenómeno internacional. Já não há um anseio comum que possa unir as pessoas, ou só acontece para adquirir o último modelo do Iphone. O ideal de uma sociedade mais justa foi descartado como se não passasse de uma fantasia, um desejo infantil. E vimos aonde é que isso conduziu.

O ano de 1991 marcou, no seu entender, o fim de uma era, em termos ideológicos?
Nos anos que se seguiram ao desmoronamento da União Soviética, ainda não havia a noção de que a única forma possível de continuar era pela via neoliberal. Hoje, o que temos em comum é o desejo de possuir coisas, e parece que alcançar essa meta é a única forma de não andarmos a lutar uns contra os outros.

Devo dizer que estou chocada com o facto de Portugal e Espanha não terem reconhecido os milhões de atos sangrentos cometidos no seu passado colonialista, o que é muito problemático para uma cultura

Porém, autores como Yuval Harari sublinham que evoluímos, enquanto espécie, através da partilha de uma ficção comum.
Eu não leio as obras dele. É um filósofo pop, e não sou fã [pausa]. Talvez um dia…

A mensagem de que o socialismo falhou deu lugar à cultura de cancelamento e ao movimento woke, que tem um toque reacionário. É assim? 
Talvez mereça a pena voltar àquilo que referi antes. O que perdemos depois de 1991 não foi apenas a ideia do socialismo, mas a ideia de que os seres humanos são motivados por qualquer visão de uma sociedade justa, algo que poderíamos, todos, partilhar. Com o neoliberalismo, impôs-se o desejo de consumir, de acumular coisas. Houve pessoas que ficaram indignadas com essa visão do ser humano. Lembro-me de um slogan sarcástico dos anos 90 e que passo a citar: “Aquele que morrer com mais brinquedos ganha o jogo.” [afirmação atribuída a Malcolm Forbes, proprietário da revista com o seu nome, promotor do capitalismo e célebre pelo estilo de vida extravagante e acumulação de bens.]

Hoje, no Ocidente, vemos movimentos contrários a esse, como o minimalismo.
Não é assim tão grande, mas creio que vai aumentar, porque estamos a destruir o planeta. No meu livro, pretendo falar sobre o que é ser de esquerda hoje e só menciono a cultura de cancelamento uma vez. Podemos questionar os limites da liberdade de expressão, mas cancelar as ideias de alguém simplesmente porque se discorda delas é um método estúpido, pelo qual o movimento woke se expressa, que não representa a esquerda e merece críticas.

Essas críticas têm que ver com o reconhecimento e a reparação de erros cometidos no passado? Colonialismo, racismo, genocídio, enfim… 
É um tema muito vasto, e, há uns anos, dediquei-lhe um livro [Aprendendo com os Alemães, 2019, sobre a forma como estes expiaram as atrocidades nazis e que seria um modelo para a América, com um legado de escravatura e racismo]. Embora tenha sido um sucesso, à luz dos eventos que se seguiram, escrevi ensaios sobre isso, com outra leitura. A este respeito, devo dizer que estou chocada com o facto de Portugal e Espanha não terem reconhecido os milhões de atos sangrentos cometidos no seu passado colonialista, o que é muito problemático para uma cultura. Na Alemanha, o que correu mal foi a abordagem dogmática da sua História, encarando os judeus apenas como vítimas. No caso dos Estados Unidos da América, seriam os afro-americanos, que queriam reconhecer a profundidade do racismo, mas não dessa forma.

Talvez no registo do movimento Black Lives Matter, que ganhou tanta força?
Não. Refiro-me ao afro-pessimismo, a ideia de que o progresso não é possível ou de que nada há a fazer, pois o problema está muito enraizado e faz parte do ADN da América.

Qual é o conceito do Fórum Einstein, em Potsdam, que está a ser dirigido por si?
A seguir à reunificação da Alemanha, descobriu-se que havia, em Brandemburgo, uma casa em ruínas onde Albert Einstein gostava de estar e passou os momentos mais felizes da sua vida. Contrariamente ao que se pensava dele, não era autista nem solitário, e fazia tertúlias e serões musicais com amigos, algo que não era possível no seu emprego formal, na Academia de Ciências. Quisemos recriar estas conversas informais tomando o Iluminismo como ponto de partida para a realização de workshops, exposições e outros eventos.

Como encara o que está a acontecer agora no mundo?
Quase todos os jornalistas me perguntam o que vai acontecer, e respondo da mesma maneira: sou uma filósofa, não sou profeta! Acredito que somos livres para mudar o mundo, apesar das tendências horríveis a que assistimos hoje. As pessoas sentem muita raiva e dor por razões que nem sempre conseguem identificar. Vivemos num mundo muito fodido, desculpe dizê-lo assim. Investem-se milhares de milhões a divulgar a última novidade que nos fará felizes, distraindo a nossa atenção de um problema que não é de agora. Vivemos num mundo sem sentido, cada vez mais consumista, nacionalista e à beira do colapso climático. E passamos a maior parte das nossas vidas a trabalhar para esquecer isso, porque nos sentimos absolutamente impotentes para mudar seja o que for.

A possibilidade de Trump voltar a ser eleito nas próximas eleições merece-lhe algum comentário?
Talvez possa dizer algo sobre isso. Por exemplo, penso que o movimento woke foi responsável por atear os fogos do racismo e do sexismo de Donald Trump. Esses temas constituem alvos fáceis para Trump e toda a ala direita dos republicanos, que fazem chacota e os rejeitam.

Teremos condições para cumprir o ideal progressista que referiu?
Ao longo da minha vida, testemunhei enormes mudanças no estatuto das mulheres, apesar do sexismo – embora a minha filha me diga que estamos a regredir –, e no combate ao racismo. Por isso, não acredito que seja impossível fazer mudanças. Penso que temos essas capacidades, contrariamente às filosofias niilistas, que limitam as nossas possibilidades e que condeno no meu novo livro.

A meta é libertar-se desse registo negativo e adotar uma postura diferente e, porventura, mais construtiva? 
É preciso deixar de ter medo de expressar outras visões e ter esperança. Nos anos 60, manifestei-me nas ruas contra a Guerra do Vietname, cheguei a ser presa por causa do slogan que levei, e acho que as pessoas devem manifestar-se se assim o entenderem.

Qual é a sua posição sobre isso? 
O otimismo é uma afirmação acerca de como o mundo é. Como o vejo num estado horrível, não posso considerar-me uma otimista, mas entendo que, nas atuais circunstâncias, ter esperança é uma obrigação moral.

Como vê as manifestações que pedem o fim das hostilidades e a libertação da Palestina?
Sou judia e cidadã israelita e lecionei Filosofia, na Universidade de Telavive, durante cinco anos. Na altura, fui criticada pela minha posição crítica face à política do governo, que tem sido manter a ocupação da Palestina. Por outro lado, é bastante perturbador observar a forma como se comportam os chamados movimentos pró-palestinianos, que envolvem um registo tribal e parecem ser uma consequência do wokismo.

Porquê?
Em entrevistas, quando questionados sobre o rio e mar do slogan [“From the river to the sea, Palestine will be free”], alguns manifestantes respondiam “mar Negro” [afluente do rio Amazonas, na América do Sul], outros, “mar Vermelho [no Brasil]” e outros, ainda, “rio Nilo” [risos]! Quem sabe tão pouco de Geografia não está em condições de perceber o conflito. É um cenário complexo: por um lado, o governo de Israel não aceita críticas sobre a guerra em Gaza ser antissemita, o que está errado; mas o preconceito contra os judeus é genuíno e está a aumentar. Tomar o partido de qualquer um dos lados é ver a questão como um jogo de futebol. Sou a favor dos Direitos Humanos e de apurar se estão a ser violados.

É, portanto, a favor de um cessar-fogo?
Sim, e muitos israelitas também. Se fosse possível eliminar o Hamas sem matar civis, seria igualmente a favor, e o mesmo para a Al-Qaeda, em 2001. Mas todos sabemos que tal não é possível e que tem de se acabar com a matança de civis: é imoral e ilegal, e isso tem de parar. Para haver paz duradoura, os Estados Unidos da América têm de reconhecer o Estado da Palestina, e espero que Biden considere essa demanda, pois sei que há pessoas a pedirem-lhe que o faça. Vamos ver.

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