1. Praia do Guincho, em Cascais
“Foi onde aprendi a surfar, tenho muitas memórias bonitas dali”, diz o músico de 26 anos sobre a praia em Cascais, vila onde cresceu e viveu. Os seus picos rochosos serviram, aliás, de cenário à capa do álbum de estreia, Philosotry: “É um sítio especial que levo sempre comigo para onde for. Tem um sabor a casa.”
2. Disco
Se tivesse de levar uma música para uma ilha deserta seria Jolene, do álbum Trouble, de Ray LaMontagne. “Tudo neste disco é puro.”
3. Guitarra
Para onde quer que vá, Bernardo leva sempre uma das suas guitarras (algumas são desenhadas por ele). A preferida é uma Takamine, que comprou em 2014, com a qual compôs o seu disco. “É aquele objeto que faz a ponte com o sentimento de casa. Sinto que tenho memórias agarradas à madeira.”
4. Gira-discos
“É o meu refúgio quase diário e serve três propósitos: parar, respirar e existir”, conta. “Uma experiência que começa desde que a agulha toca no disco. Depois, é respirar fundo e deixar-me ir…”
5. Filmes “Rocky”
O músico é um entusiasta dos filmes de Rocky Balboa, e do ator Silvester Stallone. “Não sou fã de boxe, mas tocaram-me de uma forma especial. Revejo-os muitas vezes, quando preciso de ganhar perspetiva, de saber o que importa. Fala sobre a vida e a capacidade de lutar, de levar porrada e de te conseguires erguer”, afirma.
6. Viajar na autocaravana
A última vez que pegou na autocaravana foi para ir surfar na praia da Arrifana, na Costa Vicentina. “É com ela que costumo fugir. Vou para onde me apetece, dá-me uma liberdade muito especial”, aponta.