A transição para a mobilidade elétrica tem sido uma das grandes preocupações da indústria automóvel nacional, que produz anualmente mais de 330 mil veículos e vende 11 785 milhões de euros de componentes para o exterior.
As perspetivas não são as melhores. A Europa, o nosso principal mercado de veículos e de componentes, atravessa um dos piores períodos da sua História, a perder produção para as novas marcas chinesas. O fabrico de automóveis ainda se mantém elevado e a crescer no nosso país, mas à medida que os elétricos vão tendo maior penetração, temia-se que as principais fábricas nacionais pudessem ficar de fora desta corrida.
