Alexandra Correia

Sou licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, e jornalista na VISÃO desde 1999, depois de ter estagiado no Público e de ter integrado a redação do 24 Horas. Já trabalhei nas secções de Cultura, de Política e de Economia, estando mais dedicada, nos últimos tempos, à Sociedade, Ciência e Saúde.
Opinião

A morte vai ser televisionada

Pete, o evangélico, com uma decisão ao nível do regime talibã, mostra-nos que a barbárie do fundamentalismo não distingue se é Deus ou Alá quem nos vê lá de cima

Sociedade
Exclusivo

A bomba-relógio da habitação. Como chegámos aqui e como podemos sair disto

Uma “tempestade perfeita” de mercados sem controlo e de inabilidade política atirou Portugal para uma grave crise habitacional. Não somos os únicos, mas isso é fraco consolo para quem vive com a corda ao pescoço, vendo o salário consumir-se na renda ou na prestação da casa. Um problema capaz de fazer cair governos e de empurrar a democracia para o seu precipício

Sociedade
Exclusivo

"Dentro de dois ou três anos teremos robots a operar vários tipos de cancro"

Rui Nunes Médico, professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, em entrevista à VISÃO

Sociedade
Exclusivo

As novas esperanças contra o cancro

Nos últimos três anos, extraordinários avanços têm dado aos médicos formas diferentes de combater a doença que ainda é um quebra-cabeças. Mas cada vez menos. Ao serviço do bem, a tecnologia tem ajudado a ciência a desbravar caminhos que antes pareciam inalcançáveis. Tratamentos, medicamentos, maneiras de detetar e diagnosticar… tudo é novo debaixo do sol. E Portugal tem atraído esta medicina de ponta para os seus hospitais

Opinião

Nós, Maricarmens. Opinião de Alexandra Correia

Quando vamos tirar da cabeça o mito de que o problema da habitação só atinge certas franjas da sociedade, fechando os olhos, minimizando-o de forma preconceituosa?

Entrevista sem agenda

"O populismo autoritário não põe minimamente em questão o regime neoliberal da economia. Pelo contrário, favorece-o, na medida em que o Estado passa a ser um colaborador do mercado"

Cristiano Gianolla, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em entrevista à VISÃO

Opinião

Vamos todos morrer...

Quem tem o Aquiles dos robots, o melhor guerreiro? É verdade que Aquiles tinha o seu ponto fraco no calcanhar, mas também é verdade que ele não obedecia nem a reis nem a generais. Não havia quem o controlasse

Opinião

O custo de ser responsável

Podemos não nos sentir responsáveis como sociedade por aquilo que fizeram os nossos antepassados. Mas é como um filho que herda dinheiros sujos – ele não cometeu o crime, mas vive à custa dele, beneficia do crime

Opinião

O medo do futuro

As regras de aposentação para os trabalhadores do privado e os da função pública têm vindo a convergir para a igualdade, mas, naturalmente, subsistem os direitos adquiridos de um tempo em que havia trabalhadores de primeira e de segunda

Opinião

O lado evangélico da força

Sem nenhuma coerência entre o que dizem e o que fazem, fica difícil convencer os não crentes. Neste atentado à razão, resta suspirar, como Jesus Cristo: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem”

Sociedade
Exclusivo

O amor ligado à máquina

A forma como estamos a usar os modelos de Inteligência Artificial, como o ChatGPT, está a mudar as relações humanas tal como as conhecemos. Disponível de noite e de dia para nos ouvir, dotada de compreensão para nos entender e, sobretudo, sempre disposta a validar-nos e a dar-nos razão, a máquina vem colocar a fasquia muito alta quando depois partimos para o mundo real à procura de um parceiro ou de um amigo. Nada será como dantes no mundo dos afetos, mas isso é algo fascinante ou aterrador?

Entrevista sem agenda

"Creio que, daqui a 30 anos, os robots vão operar sozinhos"

O médico cirurgião Diego González Rivas em entrevista à VISÃO

Opinião

Os mandadores sem lei

Enquanto se acusa Marrocos de ter fechado os olhos à travessia em massa, o governo espanhol de ser permissivo e os imigrantes africanos de andarem a “invadir a Europa”, convenientemente se ignoram as redes sociais sem rei nem roque em nome da liberdade de expressão, ainda que a desregulação dessa expressão provoque tantas vítimas

Sociedade
Exclusivo

O sexo do multitasking (e, afinal, isso existe?)

A vida está cheia de mitos que alimentam os nossos preconceitos. E que a Ciência tenta desmontar. Mas quem a ouve? Não, as mulheres não são melhores a fazer várias coisas ao mesmo tempo

Opinião

Ondas de calor e de petróleo

No meio desta telenovela, fica a faltar uma discussão séria sobre o papel do petróleo nas alterações climáticas

Opinião

O terror da opinião

A liberdade de expressão, que a ultradireita e o próprio Donald Trump costumam reclamar para si, é sempre uma das primeiras vítimas do autoritarismo. Não se pode falar, a opinião é um terror. Ou, como escreveu Hannah Arendt, “não existem pensamentos perigosos; pensar, por si só, é perigoso”

Opinião

Nesta areia democrática

Naturalmente, existem praias onde se encontram mais garrafões ou cervejas levadas na geleira e outras onde predominam os gins e os dirty martinis servidos em bandeja de prata debaixo das sombrinhas de palha. Mas o princípio está lá: não há leis que impeçam qualquer pessoa de frequentar umas e outras

Cultura
Exclusivo

Bienal de Veneza: O tempo das borboletas

Alexandre Estrela e Pedro Cabrita Reis são os grandes nomes portugueses em Veneza, numa bienal de arte respigada pelo estado atual do mundo. Não há como ficar igual depois de ver as suas obras naqueles armazéns gigantes de uma perpétua faina fluvial. Mergulhemos neles

Opinião

As licenças para matar

Não se trata aqui de clamar por uma justiça popular nem sequer de defender um aumento da moldura penal. Mas no intervalo que vai da pena mínima à pena máxima, muitos sinais têm os juízes dado à sociedade. Na violência doméstica prevalecem as penas suspensas ou o trabalho comunitário

Sociedade
Exclusivo

Figuras de Cabo Verde: Retratos de uma comunidade histórica em Portugal

Durante décadas, foram a maior comunidade imigrante em Portugal. Laços marcados por exclusão, trabalho duro e pobreza. O afeto dos portugueses ficava, afinal, no reino da ilusão. Nove grandes exemplos de cabo-verdianos que rasgaram os véus da invisibilidade

Opinião

Pobretes mas alegretes

Para quem não sabe o que é a fome – não o ter fome antes de ir ao frigorífico, mas a fome, não ter o que comer nem perspetivas de o arranjar –, a neurociência explica algumas coisas