José Lopes, da direção da instituição, explicou que, numa primeira fase, se pretende ampliar as instalações a nível do refeitório, cozinha, lavandaria e armazém, criando ainda um espaço para um gabinete médico e acolhimento temporário de utentes que precisem de acompanhamento. Numa segunda fase será construído um lar com capacidade para 40 utentes.
O responsável referiu que o projeto será alvo de uma candidatura a fundos comunitários e será também feito com recurso a fundos próprios.
A instituição possui acordos com a Segurança Social e os utentes pagam, dependendo da sua capacidade financeira, uma mensalidade que vai dos 15 aos 90 euros.
A construção do atual centro e a constituição da Associação de Solidariedade Social das Aldeias de Mondim de Basto teve um forte apoio do Conselho Diretivo de Vilarinho, que canalizou para este projeto parte das receitas provenientes das rendas de três pedreiras e venda de material lenhoso. José Lopes referiu que o conselho diretivo deu o terreno e ainda 230 mil euros para a ajuda da construção do centro.