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A culpa é do treinador ou da política?

O nível de desenvolvimento desportivo de um país devia ser uma prioridade dos decisores políticos, ao nível de outros indicadores como os da Saúde, Educação e Cultura

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Rui Tavares Guedes
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A grande responsabilidade da esquerda francesa

A esquerda que venceu em França tem, agora, a derradeira oportunidade de se reinventar. Caso contrário, irá limitar-se a convocar manifestações para a Place de la République, sempre que ficar assustada com as escolhas dos eleitores

Rui Tavares Guedes
Editorial

Qual é a urgência principal quando tudo arde?

Num mundo a arder, repleto de urgências e de duelos decisivos para o futuro próximo, a emergência climática está a ser atirada para segundo plano

Rui Tavares Guedes
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Enganados por natureza

Quando instituições, com a importância do Ministério Público, aceitam entrar no jogo dos enganos – ou permitem que outros o façam por elas – fica quebrada a base de confiança com os cidadãos

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Rui Tavares Guedes
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Ambiente tóxico

Embora seja urgente, o tema das alterações climáticas passou a ser impopular, tóxico até em certos setores

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Rui Tavares Guedes
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De portas bem abertas

Há uma verdade evidente, mesmo que possa parecer inconveniente para muitos: Portugal vai precisar, ao longo das próximas décadas, de muitos imigrantes

Rui Tavares Guedes
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199 dias sem explicações

É verdade que já nos habituámos a que a Justiça seja lenta, mas estes 199 dias deviam exigir-nos um sobressalto. Em nome até da própria Justiça

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Rui Tavares Guedes
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Democracia sob ameaça

Quando se juntam, os líderes populistas e de extrema radical perdem a vergonha e já não sentem necessidade de adocicar o discurso para os eleitores. O que traz uma vantagem: fica evidente o radicalismo das suas propostas

Rui Tavares Guedes
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Europa sem muros mas com mais tijolos

Os desafios geopolíticos só terão significado se a UE for eficaz e inovadora na prossecução do seu contrato social. Se continuar a proporcionar as melhores condições de vida aos seus habitantes ‒ aos nascidos no território como aos que o demandam

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Rui Tavares Guedes
Editorial

É mais fácil demitir do que decidir

Quando se governa com lentidão nas decisões, mas com rapidez nas demissões (ainda por cima mal explicadas), abre-se uma avenida para o populismo

Rui Tavares Guedes
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Quem tem medo da sensatez?

Pedir explicações é um sinal de sensatez em democracia. Aguiar-Branco fez bem em não ter medo de ser sensato

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Rui Tavares Guedes
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A batalha pela memória

Celebrar o 25 de Abril, hoje e sempre, tem de ser uma manifestação de compromisso com o futuro que saiba honrar o passado

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Rui Tavares Guedes
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Ilusões e perceções

Quando a política fica demasiado dependente das perceções, corre o risco de se limitar a vender ilusões – e desligar-se da realidade

Rui Tavares Guedes
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Perigo à vista

Por mais esforços que se façam, não há cenário macroeconómico ou de estratégia que sobreviva a uma mudança repentina da realidade

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Rui Tavares Guedes
Editorial

O desafio de ser popular sem estado de graça

Comportamentos que eram considerados inaceitáveis vão passar a ser correntes. E a mentira será usada e banalizada até à exaustão

Rui Tavares Guedes
Editorial

Governar cá dentro com os olhos lá fora

Ganham-se eleições com propostas de consumo interno, mas os tempos de governação estão cada vez mais condicionados pelo que acontece no resto do mundo

Rui Tavares Guedes
Editorial
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A armadilha do curto prazo

O problema deste novo ciclo de instabilidade política, em que agora entramos, é que ele surge no exato momento em que Portugal e o resto da Europa deviam estar mais preocupados com o longo prazo e menos com o futuro imediato

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Rui Tavares Guedes
Editorial
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Seriedade e bom senso

Podem e devem existir divergências sobre os modelos de sociedade e de desenvolvimento económico. Mas não se podem desbaratar os milhões que vêm da Europa nem protelar novamente algumas decisões cruciais e estruturantes

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Rui Tavares Guedes
Editorial

Entre o "cool" e a matrafona

Se 2024 terminasse hoje, uma das palavras do ano seria o pronome pessoal “eles”. Os políticos exigem-nos ruturas que não desejamos fazer. E obrigam-nos a escolher entre o branco e o preto. O centro desapareceu. Por isso é que há tantos indecisos. Na dúvida, vota-se no mais cool

Filipe Luís
Filipe Luís
Editorial
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O silêncio dos indecisos e o ruído das mentiras

Tentar criar uma onda de desconfiança para com os imigrantes, em nome da segurança, é um caminho não só perigoso como ruinoso

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Rui Tavares Guedes
E que tal uma pulseira eletrónica para a Justiça?
Editorial

Justiça cega, mas decente

À Justiça não lhe basta ser cega – precisa também de demonstrar que é decente, e depressa

Rui Tavares Guedes