A lei foi aprovada pelos três partidos representados na câmara autonómica, apesar de os populares terem forçado a votação em separado de três artigos que contestam.
Nestes três artigos, o Partido Popular (PP), na oposição, pretendia que se definisse a composição das comissões de ética a serem criadas em todas as unidades de saúde e que a lei contemplasse o direito à objeção de consciência por parte dos médicos e enfermeiros, propostas a que o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), no poder, e a Esquerda Unida (IU, na sigla espanhola) se opuseram.