De acordo com o diário mexicano, o Prémio Nobel da Literatura em 1982 foi vigiado pela Direcção Federal de Segurança do México de 1967 até meados dos anos 1980.
Na documentação da polícia política dada a conhecer pelo actual governo mexicano refere-se o papel de García Márquez como mediador entre movimentos da esquerda latino-americana e o então presidente de França, François Miterrand, que visitaria o país em 1982.