Uma equipa genuína, com Cabo Verde nas veias e a falar crioulo no balneário. Não importa se os jogadores nasceram no arquipélago ou se são filhos da diáspora, todos vão ao Campeonato do Mundo em representação de uma identidade que ultrapassa os campos de futebol. “A nossa classificação é mais do que desportiva. É cultural. Queremos mostrar a nossa cabo-verdianidade ao mundo”, assume, em entrevista à VISÃO, o selecionador Pedro Leitão Brito, há seis anos no cargo depois de várias passagens como treinador-adjunto.
Tubarões Azuis: Cachupa, funaná e golos
Foto: Gonçalo Villaverde
A seleção de Cabo Verde conta com uma vasta comunidade de olheiros para ajudar a recrutar talento, mas o selecionador Bubista manteve-se fiel aos que jogaram o apuramento. Em entrevista à VISÃO, desvenda como a identidade nacional une uma equipa genuína à procura de fazer a maior festa no Mundial de Futebol