Uma investigação interna na Casa Branca identificou vários funcionários com um historial de consumo de droga – incluindo drogas duras, segundo detalha a CNN -, o que levou a administração de Joe Biden a forçá-los a demitirem-se. Outros encontram-se suspensos ou a trabalhar a partir de casa, em regime de teletrabalho. “Em centenas de pessoas contratadas, apenas cinco já não são funcionárias da Casa Branca”, confirmou no Twitter, nesta sexta-feira, 19, a assessora de imprensa Jen Psaki.
Os que foram convidados a sair terão sido precisamente os que revelaram um historial relacionado com drogas pesadas, enquanto os consumidores de marijuana vão merecer outro tipo de enquadramento, uma espécie de segunda oportunidade. Legal em 14 dos 50 estados norte-americanos, o uso desta substância não desqualifica imediatamente alguém de servir no gabinete executivo da Presidência dos EUA. Vai, no entanto, obrigar a um compromisso dos trabalhadores, se quiserem manter-se em funções, a começar no abandono de tal prática e a acabar na disponibilidade para se sujeitarem a testes de deteção aleatórios. Enquanto o “bom comportamento” não se confirmar, alguns vão permanecer suspensos e outros em regime de teletrabalho, avança a CNN. Esta medida de exceção é aplicada apenas a funcionários que se tenham revelado consumidores ocasionais ao longo do último ano e aos que, por via das suas funções, não precisem de autorizações especiais de segurança.