(o “teste” a partir do minuto 1:08)
Naquela que foi a primeira entrevista depois da polémica provocada pelas suas declarações em que associava as dificuldades de muitos cidadãos a um baixo Quociente de Inteligência, Boris Johnson foi desafiado pela rádio LBC a responder a três questões, em direto. Apesar de várias tentativas para evitar o mini-teste, o presidente da câmara de Londres acabou por ir respondendo… errado. Depois de falhar as duas primeiras, recusou a terceira, ao mesmo tempo que argumentava que “ninguém disse que o QI é a única medida de capacidade”.
À primeira pergunta: “Um homem constrói uma casa retangular, com cada lado virado a sul. Aparece um grande urso. De que cor é o urso?”, o autarca respondeu que o animal seria “provavelmente castanho”, antes de admitir que não fazia ideia da resposta.
Depois, o locutor insistiu: “Se tirar duas maçãs de três, com quantas fica?”. “Imensas”, começou por responder Johnson, visivelmente incomodado. Acabou por responder que ficava com uma maçã, quando a resposta certa seria duas.
Na entrevista, o político tentou esclarecer as polémicas declarações da semana passada, que têm sido usadas desde então com frequência pela oposição. “O que me aborrece é que pessoas com capacidades têm tido muita dificuldade em progredir nos últimos 20 anos”, afirmou.
Já agora, o urso seria branco por ser um urso polar, uma vez que só no polo norte seria possível uma casa retangular ter os quatro lados virados a sul…