A cantora, que é também diretora de casting, acaba de lançar um novo disco, Música no Salão. Eis aquilo que são, para si, os sítios de um dia ideal, em Lisboa
1. Jardim das Amoreiras O ritual da manhã passa pelo Jardim das Amoreiras, onde bebe o seu primeiro café e passeia a cadela Sopa, uma rafeira adotada. “Aqui a Sopa é feliz”, afirma. Neste jardim “meio mágico”, além do quiosque, Patrícia Vasconcelos também gosta do Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva.
2. Mercearia da Rua da Artilharia 1 Como é bairrista e preguiçosa para ir aos grandes supermercados, Patrícia Vasconcelos prefere a mercearia do senhor Zé e da Isabel. “Têm as melhores frutas, ovos, queijos… Ali tanto se fala de política como do pão que descobriram.”
3. Zenvet O centro veterinário de medicina integrativa é a segunda casa da Sopa. É lá que Patrícia Vasconcelos deixa a cadela, num ATL, sempre que o seu dia é atarefado.
4. Em Nome da Rosa “Não há concerto que dê que o Maurício Fernandes não me faça um arranjo, um bouquet ou uma jarra consoante o local. É um artista completo, que conheci há muitos anos quando tive um escritório no Príncipe Real.”
5. Casanostra É a simplicidade combinada com a sofisticação que faz com que Patrícia Vasconcelos se sinta em casa no Casanostra, o conhecido restaurante italiano do Bairro Alto. A fundadora da escola de atores Act vai variando os pratos, mas a sua filha come sempre uma coisa que não há na lista: scaloppine al tartufo.
6. Instituto Macrobiótico Há 15 anos descobriu esta “forma de estar na vida”. Almoça sempre que pode no Instituto Macrobiótico e sem fundamentalismos – se quiser, come um pedaço de carne. Também já não dispensa as sessões semanais de acupuntura.