A TAP vai subcontratar serviços para poder manter as operações previstas para os dias de greve da Groundforce, a 24 e 29 de dezembro, revelou hoje o presidente da empresa, num almoço com os jornalistas.
“A empresa [TAP] tem condições de ir buscar serviços a outras partes, até de forma interna” e “não só à Portway [empresa da ANA concorrente da Groundforce]”, disse o responsável.
Desta forma, “vamos procurar minimizar ao máximo os impactos” da paralisação, esperando-se apenas “alguns atrasos” como consequência. “Vamos manter as operações”, garantiu ainda Fernando Pinto.