A Colina Perfumada

​ “Ficar deitado”, resistir como o bambu

“Não comprem casa, não comprem automóvel, não se casem, não tenham filhos, não consumam”, proclama uma das mensagens mais conhecidas do movimento

António Caeiro
A Colina Perfumada

“Chimérica”, uma ideia que resiste

Durante décadas, muitos chineses viam a América com um misto de admiração e inveja. Trump não eliminou essa admiração, mas tornou-a mais condicional e menos romântica

António Caeiro
A Colina Perfumada

Futebol "made in China" continua fora de jogo. Opinião de António Caeiro

Sem equipa no Mundial, a China une-se em torno do seu único representante na competição: um árbitro

António Caeiro
A Colina Perfumada

Quantos nomes de chineses vivos sabemos de cor?

A falta de curiosidade pelas coisas e as pessoas da China não é um fenómeno exclusivamente francês ou europeu. Nos EUA, muitos decisores políticos nunca estiveram na China

António Caeiro
A Colina Perfumada

China-Rússia: Parceria "self-service"?

Oficialmente, a parceria anunciada por Putin e Xi nas vésperas da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, não tem “limites”. Contudo, cada um tem as suas prioridades

António Caeiro
A Colina Perfumada

O camarada Trump e o grande líder Xi

A superpotência em ascensão e a superpotência estabelecida não estarão, afinal, condenadas a entrar em guerra pela hegemonia mundial

António Caeiro
A Colina Perfumada

Sob o signo da estabilidade

Em nome da segurança nacional, os EUA limitam o acesso da China às tecnologias mais avançadas. No mês passado, Pequim respondeu da mesma maneira à pretensão de um gigante de Silicon Valley de comprar uma empresa chinesa de Inteligência Artificial

António Caeiro
A Colina Perfumada

A última guerra travada pela China

Em vez de “made in China”, muitos têxteis, artigos eletrónicos e outros produtos à venda nos EUA e na União Europeia são hoje “made in Vietname”… em fábricas com capitais chineses

António Caeiro
A Colina Perfumada

O triunfo da paciência

Quase 90% da população de Taiwan defende o statu quo: nem independência, nem unificação

António Caeiro
A Colina Perfumada

Tigres de papel e guerras reais

Donald Trump terá sido maoista quando era jovem? Ou está apenas a iniciar-se na cultura popular chinesa, preparando a visita que deverá efetuar à China em maio?

António Caeiro
A Colina Perfumada

A longa marcha da classe média     

As empresas privadas asseguram 80% dos novos empregos criados nas zonas urbanas, 56,8% do comércio externo e 60% do PIB

António Caeiro
A Colina Perfumada

A “invasão de Taiwan” segue dentro de momentos…

Todos os países da NATO reconhecem Pequim como “o único representante do povo chinês”. Os EUA, no entanto, nunca deixaram de vender armas a Taiwan

António Caeiro
A Colina Perfumada

O Estado engenheiro e o Partido Industrial

Nos últimos20 anos, a China tornou-se a maior potência industrial do planeta e também o maior gerador de eletricidade, um fator considerado decisivo para o desenvolvimento da Inteligência Artificial

António Caeiro
A Colina Perfumada

Viva o Ano do Cavalo, consumir é glorioso!

Nos discursos de Xi Jinping, os “desafios” com que a economia chinesa está confrontada são equiparados a “fortes ventanias”, “águas tumultuosas” e “tempestades perigosas” – imagens familiares num país frequentemente assolado por tufões

António Caeiro
A Colina Perfumada

A “maior ameaça” à China

Quatro ministros, dois dos quais da Justiça, e outros tantos antigos membros do Politburo (estatuto equivalente a vice-primeiro-ministro) foram condenados a prisão perpétua

António Caeiro
A Colina Perfumada

A filha de Xi Jinping estudou em Harvard

Três milhões de chineses terão estudado nos EUA ao longo dos últimos 40 anos. Só em 2024, os estudantes oriundos da China injetaram 14,6 mil milhões de dólares na economia dos EUA

António Caeiro
A Colina Perfumada

Opinião | “Amo-te, querido eu”

Cerca de 12 milhões de novos licenciados saem anualmente das universidades chinesas. Apesar do elevado crescimento económico do país, não é fácil encontrar um bom emprego

António Caeiro
A Colina Perfumada

G-2? Não, obrigado!

António Caeiro