Escrever um artigo de opinião (relativamente) sério que envolva o nome Donald Trump é um desafio, mas arrisquemos esse salto para o abismo e vivamos no fio da navalha durante uns escassos minutos. O presidente dos Estados Unidos reuniu recentemente com representantes e com críticos da indústria dos videojogos para debater a possível influência deste tipo de jogos em comportamentos violentos. Não, o facto de o encontro acontecer pouco depois do massacre numa escola da Florida não é coincidência.
A tentativa de colar este tipo de incidentes a fatores como videojogos ou música não é novidade – Marilyn Manson já o tinha sentido na pele em 1999 com o massacre de Columbine – e nunca deixa de parecer uma forma pueril de atirar poeira para os olhos das pessoas. Suponho que é uma forma de chutar para canto a questão do acesso às armas e do respetivo controlo.
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