Oliveira do Hospital, 26 fev (Lusa) — Um revestimento que retarda o aparecimento de bolor no queijo da Serra da Estrela pode ser a chave para o sucesso comercial deste produto tradicional, ampliando o seu prazo de validade de modo a facilitar as exportações.
O projeto é promovido pela associação BLC3 (Plataforma para o Desenvolvimento da Região Interior Centro), em parceria com a Universidade do Minho e a empresa queijeira Casa Matias, e vai permitir até a venda de queijo fatiado ou em pequenas porções para satisfazer novos clientes e novos mercados.
Segundo o investigador e administrador da associação BLC3, João Matias, a solução técnica visa responder às dificuldades de comercialização, designadamente nos mercados internacionais, daquele “produto de excelência” que não resiste muito tempo nas prateleiras dos retalhistas.