A Uber descreve uma solução que analisa quão rapidamente o utilizador está a escrever, quantas gralhas comete, com que precisão está a carregar nos botões, a velocidade a que está a andar e a forma como segura ou deixa cair o telefone. Com base numa análise destes parâmetros, entre outros, a empresa espera conseguir detetar se o utilizador está embriagado e mantê-lo longe dos condutores e outros passageiros, para melhorar a experiência de utilização.
A empresa planeia enviar um alerta para os motoristas a avisar de que o passageiro possa estar embriagado ou então enviar o carro apenas algum tempo mais tarde, para que o utilizador possa recuperar antes de entrar na viatura. Dependendo do grau de embriaguez, o passageiro pode só conseguir ver alguns motoristas que sejam mais experientes neste tipo de interações, explica a CNN.
A Uber quer continuar a fornecer serviço aos utilizadores mais embriagados, mas o objetivo é conseguir alertar todos os intervenientes, sejam outros passageiros que possam vir a partilhar viagem, sejam os condutores, de forma a que todos estejam cientes. A empresa não pretende banir os utilizadores, mas sim proporcionar um ecossistema mais seguro e de confiança para todos.
A Uber não comentou oficialmente estes testes, mas sabe-se que a empresa está a planear proceder ao registo da patente.