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O tecido de mamute foi encontrado em permafrost na Sibéria e pode conter células vivas em quantidade suficiente para ajudar à clonagem destes extintos animais.
Serguei Fiodorov, da Universidade Federal Norte-oriental russa explica que «parece que algumas das células ainda têm um núcleo vivo», cita a Info Brasil. No entanto, muitos cientistas mostraram-se descrentes e duvidam que existam células vivas em quantidade suficiente para ajudar nesta investigação.
Os mamutes estão extintos há mais de quatro mil anos e parte da comunidade científica não acredita que as células vivas recolhidas possam ter pertencido a este animal.
Um dos participantes desta investigação é o sul-coreano Hwang Woo-suk, conhecido por ter sido declarado culpado na falsificação de duas importantes descobertas neste ramo da ciência.