Em cima da bancada da casa de banho de Bryan Johnson, no primeiro andar da sua mansão em Los Angeles, há um monte de cremes de beleza e um termómetro. Todos os dias, antes de o despertador tocar pelas 5h da manhã, o multimilionário norte-americano levanta-se, toma os três comprimidos deixados de véspera na mesa de cabeceira e mede a temperatura corporal num ouvido, frente a uma caixa de luz que imita a exposição solar.
O termómetro é pequeno, aparentemente vulgar, e dá o resultado em segundos, vemos no início do documentário Imortal: O Homem que Quer Viver para Sempre (2025). Nada de mais, não fosse o protagonista estar em tronco nu para todos nós apreciarmos a sua boa forma física, pouco habitual numa pessoa com 47 anos, e não o acompanhássemos depois até ao rés do chão virado para o jardim, ao estilo californiano, para assistir à rotina diária que segue meticulosamente.

