Desde a semana passada, quando se completou um mês sobre o grave acidente de esqui sofrido pelo campeão de Fórmula 1, que os médicos estão a retirar gradualmente a medicação que tem mantido Michael Schumacher em coma artifical. Mas, ouvido pelo tablóide britânico Daily Mirror, Heinzpeter Moecke, diretor do Instituto de Emergência da Clínica Asklepios, em Hamburgo, na Alemanha, alerta que a fase pior da recuperação do ex-piloto ainda está para vir, uma vez que este poderá sair do coma induzido diretamente para o estado de coma natural.
“Infelizmente, existe o risco de que um paciente retirado do coma induzido continue em um sono profundo depois da retirada dos medicamentos”, explica o especialista em lesões cerebrais, adiantando que “isso poderia significar um estado vegetativo permanente”.
Segundo o jornal francês L’Equipe, Schumacher está a responder bem aos estímulos e a mostrar sinais de atividade cerebral.