Pontualmente, numa manhã fria de dezembro, Azeredo Lopes esperava os jornalistas da VISÃO às 9 horas da manhã, no hall do Hotel Tivoli Lisboa, na Avenida da Liberdade, onde, por sugestão sua, decorreria a entrevista.
Antes de ligarmos o gravador, o presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social falou do futuro da imprensa e da sua dificuldade de sobreviver. “Os jornais são essenciais à democracia”, defendeu, sublinhando que nenhum outro meio de comunicação os substitui.
A um mês de completar o mandato de cinco anos não renovável de presidente da ERC, Azeredo Lopes, 48 anos, jurista e professor universitário, especializado em questões de Direito Internacional, assegura que não gostaria de regressar às atuais funções.
Não perca a entrevista completa na Revista VISÃO que está nas bancas.