Em reação ao artigo publicado esta segunda-feira pela revista Forbes, Sabine Kehm garante que apesar de o processo ser muito demorado, mantém-se inalterado. “Esta fase pode demorar muito tempo, o que, com muita pena nossa, pode levar a interpretações erradas”, afirmou.
A notícia da interrupção das tentativas de acordar o ex-campeão de Fórmula 1 foi avançada esta segunda-feira pela revista alemã Focus, que adianta que o processo foi suspenso na semana passada.
Michael Schumacher está em coma artificial desde 29 de dezembro, no Hospital Universitário de Grenoble, em França, depois do grave acidente de um esqui.
Há três semanas, os médicos anunciaram que estavam a reduzir os sedativos para tentar acordar o antigo piloto alemão.
Segundo o artigo da Focus, as tentativas teriam sido suspensas devido a “complicações”, que não especificava.