Ao todo, estiveram envolvidos na operação 16 cirurgiões, que levaram mais de um dia a separar as duas meninas de quase três anos. As gémas estão bem, mas terão ainda de sofrer nova intervenção para reconstrução da zona que foi separada, com recurso a pele das próprias, enxertos de ossos e outros materiais.
Trishna e Krishna, assim se chamam as gémeas, do Bangladesh, chegaram à Austrália correndo sério risco de vida. Ultrapassada esta primeira etapa, falta a segunda cirurgia, após a qual deverão ficar uns dias em coma induzido.
Segundo os médicos, há 25% de hipóteses de que uma das gêmeas morra e a probabilidade de que sofram danos cerebrais é de 50 por cento.