Sob efeitos de drogas, o jovem de 24 anos conseguiu passar pela segurança e entrar no avião e, durante quatro horas, teve o aparelho só para si.
Da “festa” a bordo resultaram mais de 100 mil euros em estragos e a detenção do homem. O episódio ocorreu há cerca de um mês, no dia 25 de julho. No entanto, só esta semana foi tornado público um relatório da polícia que revela um outro mistério, a juntar ao de como é que o intruso, um culturista conhecido como Volkan T., conseguiu entrar no avião: a polícia demorou mais de três horas para deter o homem.
Volkan teve de passar por uma rede de arame farpado para chegar A319 da chanceler alemã. Uma vez junto ao aparelho, subiu para uma das asas e, daí, entrou na cabine através de uma saída de emergência. Depois, foi só despir-se e “festejar”. Entre as várias formas de diversão encontradas pelo homem conta-se o fazer disparar o extintor, dançar numa asa e acionar o escorrega de emergência insuflável.
Acabou por ser o próprio intruso a dar o alerta à polícia, ao fazer disparar, acidentalmente, o alarme, enquanto carregava aleatoriamente em botões do cockpit. Eram 20h40. As autoridades chegaram ao local por volta das 22h15, mas só às 23h23 Volkan saia do avião, com duas dentadas dos cães que a polícia entretanto enviou ao interior do Airbus.
Perto do avião foi encontrado um saco com a identificação do homem, ecstasy e marijuana.