
Os portões de alguns dos jardins mais bonitos da cidade – alguns deles privados – abrem-se de novo ao público já neste fim de semana, dias 17 e 18, e no próximo, dias 24 e 25. O objetivo, diz Tomás Tojo, diretor do festival Jardins Abertos, “é aproximar as pessoas da Natureza, promovendo a consciência ambiental e a relação positiva com a paisagem da cidade, muitas vezes até desconhecida”.
Entre os locais a visitar, estão alguns já divulgados em edições anteriores, como o Parque Botânico do Monteiro-Mor, o Cemitério dos Ingleses, a Quinta das Pintoras, o Jardim do Palacete de São Bento, a Quinta Urbana NÃM (onde são produzidos cogumelos-ostra a partir de borras de café) e o renovado Jardim Botânico Tropical. Outros, são inéditos, como a Agrofloresta da Bela Flor ou a Green Street Lisbon, uma rua feita jardim. Todos estão sujeitos a diferentes lotações e tempo máximo de permanência, com acesso feito por ordem de chegada.

Inserida na programação da Lisboa Capital Verde Europeia, a 6ª edição do festival conta com visitas e percursos guiados, oficinas sobre cogumelos, sementes, hidroponia e cosmética biológica. Nas atividades direcionadas a crianças, aprende-se sobre o impacto da reciclagem na qualidade ambiental da cidade, a importância da fruta e dos legumes e a construir uma casa para insetos (inscrição prévia obrigatória). No canal de YouTube do festival, serão disponibilizadas conversas, oficinas e visitas guiadas.
Desde a primeira edição, em 2017, o Jardins Abertos conta com um público fiel, mas “foi escalando em proporção e número de participantes”, revela o diretor do festival, sublinhando que a sua realização “só é possível através da comunidade de voluntários, que este ano ronda os 80 elementos”.
Vários locais de Lisboa > 17-18, 24-25 out, sáb-dom > grátis > www.jardinsabertos.com