Lisboa, 27 abr (Lusa) – Investigadores portugueses descobriram que a formação das costelas não é um processo passivo, mas fruto da actividade de uma classe específica de genes, segundo um estudo publicado na última edição da revista científica Developmental Cell.
Esta descoberta explica por que motivo o número de costelas não é igual em todos os animais vertebrados.
As cobras, os ratinhos e os humanos têm em comum um esqueleto constituído por segmentos, as vértebras, mas enquanto as cobras têm de 200 a 400 pares de costelas, do pescoço à cauda, os ratinho só possuem 13 pares e os humanos 12, em ambos os casos formando a caixa torácica.