Depois de Mário Centeno ter dito ao Financial Times que recebeu “um convite do Presidente e do primeiro-ministro para refletir e considerar a possibilidade de liderar o governo”, e que “estava muito longe de chegar a uma decisão”, o Chefe do Estado veio desmentir essa versão.
“O Presidente da República desmente que tenha convidado quem quer que seja, nomeadamente o Governador do Banco de Portugal, para chefiar o Governo, antes de ter ouvido os partidos políticos com representação parlamentar e o Conselho de Estado, e neste ter tomado a decisão de dissolução da Assembleia da República”, lê-se numa nota publicada no site da Presidência.
“Mais desmente que tenha autorizado quem quer que seja a contactar seja quem for para tal efeito, incluindo o Governador do Banco de Portugal”, lê-se na curta nota.