Segundo os ativistas sírios, a morte das quase cinco dezenas de pessoas é da responsabilidade de atiradores pró-governamentais. Os medias oficiais confirmam as mortes, mas culpam “terroristas armados”.
Homs tem sido uma das cidades mais atingidas pela violência que se seguiu à revolta contra o Presidente Bashar Assad, em março do ano passado. Vários bairros da cidade, incluindo o de Karm el-Zeytoun, onde foram encontrados os 47 corpos, que estavam nas mãos dos rebeldes, voltaram a ser controlados pelas forças governamentais, no início deste mês.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos já pediu às Nações Unidas que investiguem o “massacre”.