“Os combates continuam e alastraram ao nosso bairro”, disse à Lusa o cidadão português contactado telefonicamente pela Lusa a partir de Lisboa e que pediu para não ser identificado por razões de segurança.
“Somos a única família estrangeira neste bairro. Viemos para cá em janeiro e desde logo fomos bem acolhidos, mas a situação no bairro ainda não está muito bem definida”, disse.