Jovens de todo o mundo, mais de um milhão, dispersos pela capital, Oeiras e Cascais, e no Santuário de Fátima, vão mostrar ao Papa Francisco que são os pilares e os apóstolos de uma Igreja que querem santa e católica, ecuménica e reformista. Estas jornadas mundiais, criadas por João Paulo II, mantidas por Bento XVI e reforçadas por Francisco, terão agora Lisboa como centro e capital dessa universalidade.
Francisco é o Papa destes jovens, e por ele, e para estar com ele, correm o mundo e o planeta. Querem ver o Papa, rezar com ele, mostrar a sua fé e acreditar que a Igreja está a renascer do pesadelo dos abusos e da impunidade e ocultação. Este tem sido o Papa do renascimento moral e ético da Igreja, e só a idade o impedirá de ir mais longe.
Lisboa e os concelhos limítrofes vão ser o centro do universo católico, e depois Fátima, o que causará maior perturbação na normalidade dos cidadãos, mas a causa e a oportunidade não poderiam ser melhores: há pandemias, há uma guerra na Europa, há golpes de Estado permanentes, há zonas do mundo sem leis nem ordem, há fome e miséria, e há tudo o mais que ninguém quer viver ou sofrer.
As JMJ rezarão por essa dor e sofrimento universal, e Lisboa, na sua tranquilidade e beleza, é o ponto de encontro certo para as gerações mais novas, mais exigentes, mais qualificadas e mais empenhadas. Estes dias marcarão para sempre o Papa e a Igreja Católica universal e portuguesa.”
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