Coimbra, 30 abr (Lusa) — A Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) contestou hoje a alegada proibição de médicos do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) de integrarem um congresso que vai decorrer no Porto, no fim de semana.
Em comunicado, a direção da FMUC “repudia todas as formas de limitação à liberdade de expressão e de investigação científicas, características do espírito universitário”, e expressa “um voto de indignação e protesto pelo posicionamento que tem vindo a ser assumido” pelo presidente e vice-presidente daquele instituto.
A faculdade afirma estar a par de “dificuldades que têm vindo a ser levantadas” por Francisco Brízida Martins e João Pinheiro, respetivamente presidente e vice-presidente do INML, a alguns membros do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) “no que se refere a esta e a outras iniciativas científicas promovidas pela área das Ciências Médico-Legais e Forenses” da FMUC.