Covilhã, 01 mai (Lusa) – Os sistemas de estatísticas de Portugal e da maior parte dos países não estão preparados para medir novos indicadores de qualidade de vida, adequados às inovações da atualidade, alerta Pires Manso, da Universidade da Beira Interior (UBI).
A qualidade de vida é o tema da Expo2010, que arranca hoje na metrópole chinesa de Xangai, sob o lema “Melhores Cidades, Melhor Qualidade de Vida”. Este é um conceito que, para Pires Manso, autor do ranking anual de qualidade de vida dos municípios portugueses, é “cada vez mais dinâmico” e “complexo” de medir.
A elaboração do ranking, refere, recorre à compilação de dezenas de variáveis por concelho para depois chegar a resultados e os comparar.