
O Psychology Today conta a história de uma adolescente americana que sente carros, robôs, escadas rolantes e fechaduras como se fossem os seus braços ou pernas. «Quando vejo carros a baterem num filme, sinto como se estivessem a ser arrancados e esmagados. Geralmente, tenho de me virar para outro lado e cortar o estímulo», afirma a jovem que é mantida no anonimato.
O Dr. Sidoroff Dorso explica que se trata de integração empática e emocional avançada. Geralmente, os seres humanos experimentam com um sentido sobre outro sentido. Kaylee, o nome fictício da jovem de 15 anos, tem também outras manifestações de sinestesia associativa, como sons e cores, sons e movimentos, entre outras.
Esta condição pode ajudar a jovem a tornar-se engenheira ou cientista. Segundo a própria: «a sinestesia ajuda-me a lembrar-me de longas cadeias de números ou palavras e dá-me uma melhor compreensão da física e dos designs mecânicos».