No dia 8 de junho, o 138º golo marcado por Cristiano Ronaldo, pela Seleção Nacional, tornar-se-ia um dos momentos mais felizes do ano. Minutos depois, na decisão por penáltis, após um empate a duas bolas, Diogo Costa defendia o pontapé de Álvaro Morata e Rúben Neves, um dos elementos da “armada árabe” da equipa das Quinas, batia a grande penalidade decisiva, na final da Liga das Nações, contra Espanha. Portugal tornava-se o primeiro país a deter não apenas um, mas dois destes importantes troféus da UEFA. Nuestros hermanos, no mesmo dia, quase à mesma hora, compensariam a tristeza com o triunfo de “Carlitos” Alcaraz no Torneio de Roland Garros, contra o grande rival italiano Jannik Sinner, então nº 1 do mundo, na final mais longa da História e depois de duas reviravoltas e três tie breaks. Num ano de sustos, angústias, deceções, desgraças e ameaças, o deporto redimia-nos.
Em 2025 tivemos demasiadas más notícias. Guerras sem fim à vista que se agravaram, a sombra de um novo conflito sobre a Europa, que se agudiza, a erupção geral de autoritarismos, o definhamento da democracia, a desigualdade a alargar-se, o ódio, o racismo, o preconceito e o populismo triunfantes. Individualmente, tivemos de lidar com frustrações e medos, a falta de perspetivas de felicidade individual, a habitação inacessível – e este problema sem solução credível –, a lei do mais forte a imperar, também, nas relações individuais, com o disparar dos números de violência doméstica, a precariedade no emprego (apesar de números de desemprego residuais, como já veremos) e a correspondente angústia de milhares de cidadãos, sobretudo os mais jovens. No verão que então começava, naquele 8 de junho de campeões, vinham aí mais fechos de urgências e as ambulâncias passavam a maternidades… ambulantes, situação que se prolongaria até hoje. Mais do que a própria realidade, as perceções tiravam o sono a muita gente, mesmo quando eram ilusórias ou alimentadas pelo sensacionalismo, como no exemplo do crime e da insegurança.
O que ficaria de bom em 2025? Será que apenas as alegrias no desporto – como a tão épica como inesperada medalha de ouro de Isaac Nader nos Mundiais de Atletismo ou o inédito Campeonato do Mundo conquistado pela Seleção Nacional de Futebol de Sub-17 – poderia animar-nos? Ainda assim, parecia pouco. E, no entanto, havia mais…
A Justiça mexe-se
Se Galileu Galilei voltasse ao nosso convívio, teria tido motivos para dizer, este ano, sobre a Justiça: “E pur si muove” (E, no entanto, move-se): de facto, 11 anos depois, arrancava, mesmo que aos soluços e solavancos, o julgamento do processo Operação Marquês. Inocente ou culpado, o certo é que Sócrates foi mesmo obrigado a responder em tribunal. E apesar de todas as manobras, incluindo a “demissão” do advogado de defesa, para suspender ou protelar o julgamento, há bons sinais, por parte do tribunal, que se mostra determinado a avançar mesmo, “contra tudo e contra todos”… os truques. E se o difícil é começar, pode ser que o frasco de ketchup se tenha aberto: a fechar o ano, o Ministério Público anunciou o arquivamento do processo da Spinunviva, na sequência da averiguação preventiva à empresa de Luís Montenegro. Independentemente do que se possa considerar do comportamento ético do protagonista, é reconfortante pensar que não somos governados por – mais um! – primeiro-ministro suspeito de falcatruas e que, pelo menos, essa situação não fica à disposição do populismo. Do mesmo modo, o Ministério Público anunciou que a Operação Influencer não está parada – aleluia! E pur si muove?…
Também o Tribunal Constitucional parece funcionar em pleno. Independentemente de se concordar ou não com o diploma que pretende mudar a Lei da Nacionalidade, temos o conforto de dispor de um órgão sereno, imune às críticas, indiferente à gritaria, que funciona e, ao menos, fundamenta juridicamente as suas decisões. Há quem condene os juízes e queira matar o mensageiro, mas, enquanto não se mudar a Constituição, há que aceitar, cumprir e fazer cumprir as suas normas. É para isso que lá está, aliás, um Presidente da República, a quem, mesmo que a lei fosse reconfirmada por uma maioria de dois terços, caberia sempre a última palavra. Marcelo dá essas garantias e, com uma única exceção, também os candidatos presidenciais as dão. Mais uma boa notícia.
Como boa notícia foi a do desfecho do processo da banda Os Anjos contra Joana Marques, e a noção do tribunal face às regras do humor e da liberdade de expressão – antes que, de novo, tivesse de ser o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos a ensinar aos tribunais portugueses como se decidem estes casos… E, sobretudo, antes que se abrisse uma caixa de Pandora da repressão do riso, coisa que nem na ditadura se viu…
Lá fora, a Justiça também vai servindo de contraponto às arbitrariedades de políticos tóxicos, mesmo que, como Jair Bolsonaro, pretendam passar “por cima de toda a folha”. O ex-Presidente brasileiro foi rápida e eficazmente julgado e condenado, tendo a justiça brasileira aplicado a lei e, sobretudo, tendo resistido às interferências e ameaças do líder do país mais poderoso do mundo, Donald Trump. Uma figura que parece ter uma noção bastante lata da “doutrina Monroe”, a mesma que determina o predomínio da influência dos EUA em toda a sua esfera geográfica de influência, ou seja, nas duas Américas, do Norte e do Sul. Aliás, a resistência do Canadá e da Dinamarca (aqui, no que se refere à Gronelândia) aos avanços de Trump é outra das boas notícias do ano.
Também França continua a dar provas de republicanismo, no que a República tem de mais nobre, ou seja, a igualdade dos cidadãos perante a lei e a separação de poderes: Nicolas Sarkozy também foi julgado e condenado, por associação criminosa, relacionada com o financiamento ilegal da sua campanha. Preso de imediato, seria liberto ao fim de 21 dias – mas para aguardar em liberdade condicional a decisão sobre o recurso contra a pena que o condenou a cinco anos. Lá, foi o próprio Ministério Público a pedir essa libertação. Cá, não imaginamos o nosso MP a fazer o mesmo…
Portugal em águas serenas
Depois de cerca de um ano e meio de turbulência política (com, valha-nos isso, a economia a resistir ao teste de stresse da incerteza), temos, no nosso país, perspetivas de estabilidade política. Embora a estabilidade não deva ser um fim em si mesmo, a verdade é que nenhum governo, goste-se ou não das suas políticas, consegue cumprir o seu programa sem a expectativa de uma legislatura de quatro anos. A previsibilidade política é suscetível de atrair quadros mais capazes para os cargos públicos e de nomeação política e, portanto, essa previsibilidade dá a um primeiro-ministro maior espectro de recrutamento. O desfecho judicial do caso Spinunviva afasta, para já, os cenários de crise política e a aprovação do Orçamento para 2026 dá ao Governo possibilidades de mostrar o que vale. Eis mais um ponto positivo do que fica em 2025.
Para ajudar, o ano acaba com o reconhecimento da revista The Economist – que não é apenas mais uma publicação, mas que funciona como um verdadeiro barómetro informal do comportamento das economias globais –, que aponta Portugal como a “Economia do Ano”. Ponto positivo, depois dos anos da Troika: são os países do sul da Europa que apresentam melhores desempenhos. Estamos bem acompanhados, por exemplo, por Espanha e pela Grécia. PIGS? Quais PIGS?!… Luís Montenegro apressou-se a felicitar os portugueses por este reconhecimento – mas, se tivesse sido um pouco mais pedagógico e, sobretudo, mais justo, incluiria nas felicitações os imigrantes, cujo esforço de trabalho e a capacidade de criação de riqueza contribuíram, decisivamente, para esta “vitória”, que nunca seria possível sem eles. Já agora, o próprio candidato presidencial apoiado pelo partido do Governo, Luís Marques Mendes, apressou-se a incluir os governos de António Costa na repartição dos méritos com os executivos de Luís Montenegro. Pode ter sido para captar votos um pouco mais à esquerda, mas foi correto.
Se a economia se porta bem, o emprego segue-lhe o passo: com uma taxa de desemprego de 5,8%, ao fim do 3º trimestre, melhor do que no trimestre anterior e do que em igual período do ano passado, pode dizer-se que, apesar do problema real da precariedade, temos um desemprego residual. Da mesma forma, a inflação continua a descer, situando-se em 2,1% em Portugal, em linha com a média da Zona Euro. Significa que não teremos nova subida de juros no horizonte e que há um alívio, relativamente a tempos recentes: a previsão é de uma inflação abaixo dos 2%, em toda a Zona Euro, nos próximos três anos. Correspondentemente, o poder de compra, em Portugal, subiu para 82,4% da Zona Euro, mais 1,3% do que em 2023, mantendo-se o País no 15º lugar entre os 20 países aderentes à moeda única. Não é brilhante, mas não são más notícias, para fechar 2025.
Turismo à grande
Já agora, este foi o melhor ano de sempre para o setor do turismo, com uma receita recorde de 30 mil milhões de euros, um crescimento de 6%. Isto é quase metade do que o País pediu à Troika, no resgate financeiro de 2011, e comprova que não podemos viver sem um turismo pujante e dinamizador de todos os outros setores da economia. Um número que resiste às más notícias das horas de espera no controlo de fronteiras, nos aeroportos… Os indicadores, aliás, são cada vez melhores, até na qualidade: pode haver um pouco menos de turistas, mas gastam mais. E a sazonalidade não é o que era: vêm todo o ano e já não procuram apenas o sol e a praia…
Aquele que é considerado um especialista no “turismo de luxo” em Portugal, Miguel Guedes de Sousa, empresário, fundador do JNcQUOI, numa entrevista desta semana ao Jornal Económico, alertou para isso mesmo: “O desafio já não é crescer, é manter e qualificar. Se insistirmos apenas no volume, corremos o risco de desgastar o destino e de matar a galinha dos ovos de ouro. O futuro do turismo em Portugal passa por melhor turismo: mais valor por visitante, estadas mais longas, melhor serviço, maior qualificação e mais respeito pelo território.” Vamos a tempo?…
Criminalidade, mas nem tanta…
Como sempre acontece, o relatório de segurança interna refere-se ao ano anterior, pelo que os números se reportam a 2024. Mas, nos conhecidos em abril deste ano, ao contrário de certas perceções, ficou claro e provado que a criminalidade violenta desceu em Lisboa (menos 1,8%) e que a criminalidade geral também teve uma descida (7,6% na capital). Os números mais preocupantes referem-se ao aumento dos casos de violência doméstica e aos crimes de violação. Em todos os outros parâmetros, homicídios, assaltos à mão armada, roubos por esticão, etc., há uma melhoria do panorama. A nível nacional, em 2024, as polícias registaram 354 878 participações criminais, menos 17 117 do que no ano anterior, o que corresponde a uma diminuição da criminalidade geral de 4,6%. São, repita-se, indicadores do ano passado, mas divulgados em 2025.
Seca? Qual seca?
Se em anos anteriores o País estiolava sob a pressão de secas severas ou extremas, se a pressão da água chegou a ser reduzida nas torneiras, no Algarve, e se o racionamento chegou a vigorar, nomeadamente, para a utilização na agricultura, pode dizer-se, no final deste outono, que o “pau foi” e ainda não voltou. Ou seja, os agricultores e as barragens folgam, agora, as costas: segundo o Boletim Semanal das Albufeiras, divulgado, a 15 de dezembro, pela Agência Portuguesa do Ambiente, em comparação com a medição na quinzena anterior, “verificou-se o aumento do volume armazenado em 11 bacias hidrográficas e a diminuição em quatro”. Mais, “das albufeiras monitorizadas, 54% apresentavam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total” e apenas 5% tinham “disponibilidades inferiores a 40% do volume total”. Assim, “os armazenamentos na primeira quinzena de dezembro de 2025, por bacia hidrográfica, apresentavam-se superiores às médias de armazenamento do mês de dezembro [período compreendido entre 1990/91 e 2023/24], exceto para as bacias de Mira e ribeiras do Barlavento”.
Num tempo de alterações climáticas, é bom saber que a definição das estações do ano voltou a dar um ar de sua graça…
Tomadas de consciência
O ano de 2025 revelou, também, uma tomada de consciência geral das populações, movimento impulsionado pela Geração Z, designação utilizada, genericamente, para os nascidos entre 1997 e 2003. Estávamos habituados à ideia feita de que, hoje em dia, os jovens já não se movem por causas e que os egoísmos individuais, potenciados pela competição selvagem que vem a partir dos bancos de escola, estaria a desumanizar as novas gerações. Mas há sinais de que não é bem assim. E se, na Europa (e, talvez, em Portugal…), por enquanto, o protesto é relativamente passivo, noutras paragens, sem a intermediação de líderes populistas nem o fascínio dos cantos de sereia de “messias” vendedores de banha da cobra, são os jovens que estão a tomar, nas suas mãos, o seu próprio destino e a moldar o futuro coletivo.
O movimento começou na Ásia e na América Latina e propagou-se a outras paragens. E esta “primavera” política já derrubou vários governos acomodados às regalias das castas políticas e à corrupção generalizada e obrigou outros, tidos como inamovíveis, a negociar e a promover novas políticas públicas. Os movimentos ativistas dos jovens da Geração Z combatem o autoritarismo em países com pouca tradição democrática, lutam contra a corrupção e pretendem mitigar a desigualdade económica. O movimento alastrou-se do Nepal e da Indonésia ao Sri Lanka, passou por Madagáscar, pelas Filipinas, pelo Peru e, como dissemos, por Marrocos, chegou à Europa na Sérvia e, pela primeira vez, irrompeu por um membro da União Europeia, a Bulgária, que é o país mais pobre da União (apesar dos progressos económicos dos últimos anos). Na Bulgária, a Geração Z, ao contrário dos populismos de outras paragens da UE, não põe em causa a integração europeia – antes pelo contrário – e o primeiro-ministro do partido de centro-direita Cidadãos pelo Desenvolvimento Europeu (GEREB), Rosen Zhelyazkov, foi obrigado a demitir-se, no passado dia 11, depois das gigantescas manifestações. Sucede isto nas vésperas da adesão da Bulgária à moeda única, prevista para 1 de janeiro próximo. Impressionado com o movimento, o próprio primeiro-ministro demissionário reconheceu que este fenómeno da Geração Z búlgara não foi um mero protesto social, mas um movimento “por valores e contra a arrogância e a presunção”.
O movimento na Ásia
No mesmo dia em que o chefe do governo búlgaro se demitia, a nova primeira-ministra do Nepal, Sushila Karki, (depois de o anterior governo ter caído na sequência dos tumultos de agosto) foi obrigada a assinar um acordo com os representantes da Geração Z. O interlocutor que assinou em nome dos jovens do país, Bhoj Bikram Thapa, exigiu que o novo executivo promova medidas drásticas contra a corrupção, reformas laborais e mudanças na Constituição nepalesa.
Na Indonésia, o Presidente, Prabowo Subianto, demitiu vários ministros e revogou as regalias que tinham sido atribuídas à classe política, tendo sido esta a forma de apaziguar a Geração Z, que já tinha tomado as ruas de Jacarta. No Bangladesh – o famoso Bangladesh! –, o governo também caiu, em agosto, depois de graves tumultos contra a prepotência e o assassínio de elementos da oposição, tendo a primeira-ministra cessante, Sheikh Hasina, tido de se refugiar na vizinha Índia e estando um governo provisório a tentar pacificar o país.
E o Presidente do Sri Lanka, Gotabaya Rajapaksa, também foi afastado, na sequência da irreprimível maré de protestos da Geração Z local.
O caso brasileiro…
Quando parecia que o caso Jair Bolsonaro estava encerrado, surgiu um projeto de lei que pode reduzir-lhe a pena para pouco mais de dois anos. O já famoso “PL da Dosimetria” tem sido contestado nas ruas, não apenas pela Geração Z, mas por brasileiros de todas as idades, que perceberam bem o que esteve em causa no ataque à sede dos Três Poderes, em Brasília: um golpe de Estado para acabar com a democracia. A “dosimetria” é um conceito jurídico que define a aplicação de uma pena, por um juiz. Um cálculo feito para estabelecer a medida punitiva, dentro dos limites mínimo e máximo aplicados a um determinado crime, mas que tem em consideração outros fatores, como agravantes, atenuantes, circunstâncias pessoais do arguido e outros critérios subjetivos. Na verdade, o contestado PL da Dosimetria parece um segundo golpe de Estado, desta vez, legislativo, para promover um quase perdão de secretaria ao principal culpado dos acontecimentos de janeiro de 2023.
… E o caso americano
Os protestos No Kings (ou Dia Sem Tiranos) que eclodiram em dezenas de cidades americanas, a 14 de junho, e voltaram a ter réplicas nos meses seguintes, até ao final do ano, são um sinal de que há uma parte da América, não adormecida, que se levanta contra o ocaso da democracia anunciado, mais do que pela eleição de Donald Trump, pelas suas políticas em concreto. Cerca de 2 600 manifestações ocorreram em todo o país, depois de o Presidente ter enviado a Guarda Nacional e o corpo de fuzileiros a cidades governadas por eleitos do Partido Democrata, alegadamente, para proteger propriedade federal, mas, na verdade, para impor uma espécie de estado de sítio às autoridades locais e, nalguns casos, estaduais. A 14 de junho, Trump colocou as Forças Armadas nas ruas a pretexto da comemoração do 250º aniversário dos EUA, mas aproveitou para as usar na operação de propaganda relacionada com o seu próprio 79º aniversário. Uma operação rapidamente interpretada como estando a instrumentalizar o Exército para uma celebração de cariz autoritário, ou, como caricaturaram os manifestantes, de cariz “monárquico” para si mesmo. Críticos, manifestantes e ativistas compararam Trump a um monarca absoluto, pelo seu contínuo desrespeito pela separação de poderes e ordens judiciais, pelo incremento das deportações ilegais e pelo desprezo genérico pelos direitos cívicos.
Centenas de milhares de pessoas estiveram envolvidas nos protestos pacíficos, colocando a nu as políticas arbitrárias de Trump e desfazendo a ideia de unanimidade em torno de um Presidente que, na realidade, enfrenta taxas de rejeição raras num chefe de Estado eleito há tão pouco tempo: esta semana, a taxa de aprovação voltou a cair, de 41% para 39% e, portanto, segundo os estudos de opinião, mais de 60% dos inquiridos desaprovam a figura de Donald Trump.
A tomada de consciência da força popular e dos direitos dos indivíduos, bem como a pugna pelos valores democráticos, uma causa que, em 2025, vimos maioritariamente assumida pelos que têm hoje entre 22 e 28 anos, é uma das mais interessantes e, potencialmente, melhores notícias de 2025. Quando desejamos ao leitor, a fechar este texto, um bom 2026, quase podemos dizer que, se for como o ano que termina, não será assim tão mau.
Em parte, está nas nossas mãos que seja melhor. Com a VISÃO nas bancas, todas as semanas.