Nunca vivemos tanto como agora. Também nunca os cientistas se interessaram tanto pela longevidade?
A coisa mais positiva dos últimos anos é que há um interesse grande em puxar a Ciência da longevidade para a prevenção das doenças relacionadas com o envelhecimento. As pessoas querem viver até aos 80 ou 90 anos, mas com qualidade. Já querer puxar a longevidade para os 100 ou os 120 anos… há muita gente reticente e eu incluo-me nesse grupo.
“O ser humano não evoluiu para ser constantemente bombardeado com uma série de químicos”

“O ser humano não evoluiu para ser constantemente bombardeado com uma série de químicos”
Filipe Cabreiro, especialista em envelhecimento do Imperial College em Londres, no Reino Unido, e da Universidade de Colónia, na Alemanha, estuda a relação entre o microbioma intestinal e a longevidade