A instabilidade no terreno inundado de lodo e a ameaça de novas chuvas prejudicam os trabalhos de resgate.
A tragédia tomou conta da localidade de Oso, uma pequena povoação a cerca de 60 quilómetros de Seattle onde viviam cerca de 200 pessoas, a maioria com baixos rendimentos e que habitavam em casas dispersas, algumas delas pré-fabricadas e outras pessoas em caravanas ou outro tipo de construções mais frágeis.
Apesar de se manter ainda a esperança de encontrar sobreviventes, à medida que as horas passam as autoridades vão reconhecendo que essa possibilidade é cada vez menor.
No entanto, John Pennington, responsável pelos serviços de emergência locais, acrescentou que apenas metade das habitações era ocupada permanentemente, o que significa que aqueles que estão dados como desaparecidos não terão ficado necessariamente soterrados.