1.Festival Tremor, Açores
“É um dois em um, porque adoro o festival e a ilha de S. Miguel. O ideal é ir ao festival, um dos melhores do País, e visitar todos os lugares da ilha”, diz. Entre eles, destaca o Miradouro da Boca do Inferno e, debruçado sobre a Lagoa das Sete Cidades, o “luxuoso” hotel Monte Palace, que não recebe hóspedes há 29 anos.
2.Carviçais, Torre de Moncorvo
Gosta da beleza agreste da região de Trás-os-Montes, dos cheiros, dos sons e do frio que, diz, “é diferente de todos os outros”. Natural de Tomar, o músico viveu quase dez anos na aldeia de Carviçais. Da infância recorda os dias de brincadeira na neve, sem aulas. Regressa sempre que pode ou quando precisa de estar sozinho. “Se fosse rico, comprava lá uma casa.”
3.Maus Hábitos, Porto
Palco de sons urbanos e experimentais e lugar para muitas artes, há quase 20 anos, o Maus Hábitos seria sempre a primeira escolha. Não só por ser um dos lugares do Porto onde passa mais tempo, por motivos óbvios, mas por ser um dos seus lugares preferidos há muitos anos. “Já fui apenas cliente, neste momento sou programador e, quando não o for, vou continuar a frequentar este sítio”, garante.
4.Óculos
Os óculos de massa são, desde sempre, a sua imagem de marca. “Sem eles, não seria a mesma pessoa.”
5.Porto
Assumidamente urbano, Luís Salgado mudou-se, definitivamente, em 2011, para o Porto. Foi nesta “cidade-aldeia onde todos se conhecem” que encontrou o espírito colaborativo singular, capaz de criar parcerias criativas incríveis e fazer nascer novos projetos com regularidade – de tal forma que, em 2013, lhe dedicou por inteiro o álbum OPO.
6. Sintetizador
Como músico e muito dado às eletrónicas, é-lhe indispensável o sintetizador MS20, que o acompanha há mais de duas décadas. “É dos anos 70, mas nunca falha, e não me desfaço dele por nada”, sublinha.