
Como é habitual nesta altura, a Microsoft avançou com algumas previsões sobre como vai ser o panorama da segurança informática no próximo ano. Em primeiro lugar, a empresa acredita que os criminosos vão beneficiar da espionagem, mesmo que esta não seja intencional. De acordo com o The Next Web, os governos vão passar a confiar em informações do sector privado para “espiar” os consumidores e cidadãos. Acredita-se que código malicioso como aquele que foi difundido em centrais nucleares possa ser disseminado em sistemas menos seguros e que consiga captar informações privadas de cada pessoa.
Em segundo lugar, espera-se uma tendência para usar apps, filmes e músicas como ferramentas de instalação de malware. A engenharia social e os trojans sofisticados, que permitem um ponto de entrada nos hábitos do consumido,r vão gradualmente substituir os vírus clássicos e o spyware.
Em terceiro, a Microsoft acredita que a maioria dos ataques informáticos vai ser de drive-by e cross site scripting, baseados em kits de exploração que já estão disponíveis.
Em penúltimo lugar, a atualização de software vai ser mais simples, o que vai fazer com que a exploração de vulnerabilidades seja mais difícil. Neste ponto, salienta-se a utilidade de lojas de aplicações, que facilitam bastante a atualização das apps.
Por fim, a Microsoft estima que os rootkits em 2013 serão bastante mais evoluídos, porque o arranque seguro e a Unified Extensible Firmware Interface (ou UEFI) vão fazer com que os mecanismos mais tradicionais sejam mais difíceis de instalar.