
O caso, que teve início há cerca de um ano com o lançamento das primeiras redes de nova geração, foi desencadeado pela PT, que alegava que a Zon não disponibilizava acessos em fibra óptica até casa do cliente – e por isso não poderia usar a marca Zon Fibra para esses serviços.
As acções movidas PT tinham por objectivo obrigar a Zon a abandonar a marca publicitária que esteve na origem da disputa legal. Mas, com a decisão do INPI, a detentora da TV Cabo é livre de usar a marca Zon Fibra.
Em comunicado, a Zon reitera que a combinação de cabos coaxiais e fibra nunca a impediu de elevar a fasquia na largura de banda.
Hoje, a detentora da TV Cabo dispõe de 2,8 milhões de casas passadas com redes de alto débito, tendo sido a primeira operadora europeia a disponibilizar serviços de 1 Gbps.
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