
Um grupo de investigadores da Universidade de Rochester gerou um mapa com sítios potencialmente perigosos para comer, através da recolha de tweets de pessoas insatisfeitas com o serviço e respetiva geolocalização.
O sistema nEmesis procura especificamente por tweets que sugiram que o autor sofre de intoxicação alimentar e, depois, liga-as à morada do restaurante visitado.
De acordo com o New York Times, os algoritmos do sistema seguem os tweets de uma pessoa que tenha sido identificada como alguém que esteve num restaurante. Durante 72 horas, o sistema analisa os tweets para ver se existe alguma indicação de sintomas relacionados com intoxicação alimentar.
Durante um período de quatro meses, o sistema analisou 3,8 milhões de tweets de mais de 94 mil nova-iorquinos. Estes dados permitiram à equipa de investigadores descobrir correlações válidas entre a predição que o sistema fez sobre a qualidade de um restaurante em termos de higiene e os dados oficiais do US Department of Health and Mental Hygiene.
O teste mostrou que o projeto nEmesis tem o potencial para ser um complemento barato às tradicionais medidas relativas à segurança alimentar devido à rapidez com que a informação surge na Internet.