A campanha do Pirilampo Mágico decorre até 25 de maio e tem como lema “Acende a nossa esperança”. Além da venda do tradicional boneco por dois euros, contempla também canecas, pins, t-shirts e chávenas de café.
Desde 1987, data da primeira campanha, foram vendidos cerca de 19 milhões de bonecos, disse à agência Lusa a presidente da Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (Fenacerci), Julieta Sanches.
Julieta Sanches disse estar “muito otimista” em relação aos resultados da campanha deste ano, devido à “solidariedade dos portugueses, que “é de tal ordem que o pirilampo não se tem ressentido”, apesar da crise.
Presente na apresentação da campanha, a mulher do Presidente da República, Maria Cavaco Silva, apelou à solidariedade dos portugueses, afirmando que “O mês de maio é um mês para pirilampar”.
Para o ministro da Solidariedade, Emprego e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, “o pirilampo é já um símbolo para os portugueses”.
“É um caso sério de concorrência com outros símbolos portugueses como o Galo de Barcelos”, comentou o ministro.
Salientou o facto de esta iniciativa “chegar a todos os portugueses, sem exceção, e ajudar à construção de um país mais solidário. Isso é, de facto, mágico”.
Mota Soares sublinhou ainda que “é imprescindível reforçar as condições de participação das pessoas com deficiência” e “continuar a melhorar a prestação dos produtos de apoio às pessoas com deficiência”.
A Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social sublinhou que o Pirilampo Mágico “é hoje um dos maiores símbolos da solidariedade social” em Portugal e “tem que ser uma ferramenta ao serviço da esperança”.