Quando entrávamos em Casa Branca, eu sentia que todas as pessoas com que nos cruzávamos eram minhas primas.” É assim que José Luís Peixoto escreve sobre a terra do pai. E é assim que nos sentimos ao deambular pelas ruas típicas desta aldeia alentejana e ao nos cruzamos com alguns dos seus 900 habitantes (e não são só velhos!), naquela familiaridade que só se atinge nas terras pequenas.
Pequena, mas grande em possibilidades e na diversidade de programas, muitos deles à volta de produtos regionais que, por estes lados, ainda são feitos à moda antiga.
