Um grupo de pessoas respondeu à questão “Como descobriu que o seu parceiro estava a trair?” no site Quora, e o The Mirror juntou as respostas que provam que existem outros sinais a ter em atenção para além dos mais óbvios. Veja os sinais e as histórias:
Linguagem corporal
Foi através de uma fotografia publicada no Facebook que uma das pessoas que respondeu à questão descobriu que estava a ser traída. A fotografia era aparentemente inocente, mas a linguagem corporal da sua esposa deixou este anónimo alarmado.
“Estava normalmente no Facebook quando vi uma fotografia em que a minha mulher tinha sido identificada – uma fotografia de grupo do trabalho. Havia este homem com a mão no ombro da minha mulher, que é, dentro das circunstâncias, inocente, uma vez que uma série de pessoas tinha a sua mão nos ombros de alguém. Mas eu sou a única pessoa que sabe que a minha mulher não gosta de ser tocada por alguém de quem não é próxima (um círculo fechado de pessoas composto por mim, pelos pais e pela melhor amiga dela). Eu não sou do género paranóico/ciumento. Mas, conhecendo a minha mulher, isto foi um alerta vermelho.
Durante a semana seguinte fui ver as conversas e os emails dela (nunca escondemos as palavras-passe um do outro). O homem da fotografia era um dos três amantes com quem ela ia tendo casos naquele momento.
Dois telemóveis
Outra anónima começou a desconfiar do seu namorado por causa do seu comportamento suspeito em relação aos telemóveis.
“Estávamos juntos há cinco anos, numa relação a longa distância. Ele estava de visita onde eu estava a trabalhar e ficou em minha casa. O meu namorado tinha dois telemóveis. Ele era muito protetor com os telemóveis dele (até os levava com ele para a casa de banho) – ALERTA VERMELHO!
No dia em que ele devia ir embora, ele deixou o telemóvel fora enquanto tomava banho. Eu estava a vê-lo quando encontrei mensagens românticas entre ele e a sua “amiga”. Disse-lhe para se ir embora e nunca mais voltar. Ele insistiu e implorou por uma oportunidade. Eu dei-lhe essa oportunidade. Passaram dois anos desde esse incidente, tem demorado algum tempo para conseguir reconstruir alguma da confiança (ele tem sido extremamente transparente), mas estamos a chegar lá”.
Pressentimentos
A verdade é que o sexto sentido nunca engana ninguém.
“Eu apenas sabia que alguma coisa não estava bem. Quando estávamos casados há quase 7 anos, fiquei bastante doente. A doença durou cerca de um ano. Começou nesta altura. Depois de um ano a questionar a minha sanidade, perguntei-lhe diretamente. Ela ficou ofendida e disse “Não consigo acreditar que me estás a acusar de ter um caso”. Notavelmente, ela não o negou. OK, as campainhas de alarme continuaram a tocar.
Meses depois encontrei a prova em forma de preservativos. Nós não usávamos preservativos. Os preservativos têm data de validade. Podes descobrir em que altura foram comprados.
Ela estava fora durante duas semanas. Sentei-me e pensei bem sobre o assunto. Ela voltou. E eu confrontei-a. Ela mentiu. Dei-lhe as provas. Ela confessou. Pedi o divórcio.
Um conselho: Os seres humanos são altamente perceptivos se nos deixarmos ser. É assim que sobrevivemos. Se o seu instinto está constantemente a dizer-lhe que algo está errado, provavelmente há alguma coisa errada. Pensava que estava totalmente doido durante este período. Não, apenas sou perceptivo.”
Distância e frieza
Judy Dodd conta como percebeu que o seu marido a estava a trair através dos seus comportamentos.
“Ele estava a trabalhar num estado diferente mas vinha a casa todos os fins de semana. Este trabalho fora do estado só devia durar três meses.
Com o passar do tempo, conseguia senti-lo a ficar mais distante. Ele chegava a casa durante a noite de sexta-feira e eu estava ansiosa para o ver, abraçava-me a ele e tudo o que recebia de volta era um “abraço de um braço”. Pensei que apenas tinha que tentar mais. O seu trabalho não estava a terminar e eu comecei a perceber que, apesar de ele levar roupa todas as semanas para o Minnesota, ele não a trazia toda de volta.
Num sábado de manhã ele foi cortar o cabelo. Eu estava a arrumar a roupa dele no seu armário, como uma “boa mulher”, e reparei na sua pasta aberta. Estendido no topo da pasta aberta, estava o que parecia ser um cartão num envelope branco. O meu primeiro pensamento foi “OH ele deve ter-me comprado um cartão”. Pensei mesmo isso, triste. Mesmo agora, 22 anos depois, ainda me consigo imaginar naquele armário a abrir aquele envelope.
Dentro daquele “maldito” cartão estava uma longa carta sobre o quão fantástico ele era e o quão fantástica tinha sido a última noite e blah blah blah. O que me matou por dentro foi ela ter escrito “Feliz Aniversário, Com Amor D.” Aniversário?”.