A missão, avaliada em cerca de 280 milhões de dólares foi desenhada para responder a uma das mais importantes questões quanto ao aquecimento global: o que acontece ao dióxido de carbono responsável pelo efeito de estufa libertado pela queima de carvão, petróleo e gás natural? Que quantidade desse gás é absorvido pelas plantas, solo e oceanos e quanto permanece na atmosfera a agravar o efeito de estufa?
“É definivamente um revés. Nós estávamos já muito atrasados”, disse Neal Lane, conselheiro científico na administração de Bill Clinton: O programa era fraco, agora é mesmo fraco.
O satélite foi lançado da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, a bordo de um foguete Taurus XL, imagens que foram transmitidas em directo pela televisão da NASA.
A missão deste satélite, designado Orbiting Carbon Observatory (OCO), era estabelecer um mapa da distribuição geográfica das fontes de CO2 e estudar as suas mudanças ao longo do tempo.
Era o primeiro satélite lançado pela agência espacial norte-americana com o objectivo de estudar as emissões terrestres de dióxido de carbono, de origem humana e natural.
Em Janeiro, o Japão lançou um satélite encarregado de uma missão similar. <#comment comment=” END ARTICLE BODY “>