“Estava no edifício quando ouvi a explosão e fui à janela. Primeiro vi só fumo, mas depois começaram a sair do metro pessoas cheias de sangue”, conta à Lusa Eduardo Oliveira, funcionário da Comissão Europeia.
“A primeira assistência que foi dada veio de empregados do hotel, que vieram a correr com carrinhos de toalhas, logo depois veio a polícia e só no fim os serviços de socorro”, acrescenta, relatando um cenário caótico.