Os termos de utilização do Instagram são claros: “Não pode publicar fotos violentas, de nu total ou parcial (…) ou sexualmente sugestivas”. Mas a remoção de várias fotos, incluindo de figuras públicas, desencadeou uma campanha contra a censura dos seios femininos.
As declarações do co-fundador do Instagram, Kevin Systrom, seguem-se ao episódio protagonizado a semana passada por Scout Willis, filha de Bruce Willis e Demi Moore, que, depois da remoção de uma das suas imagens, se fez fotografar em topless em Nova Iorque, partilhando depois o resultado Twitter, com a legenda “Legal em Nova Iorque, mas não no Instragram”.
A atriz não foi a única “vítima” de política da aplicação: Rihanna encerrou a sua conta no início do mês passado depois de ver removida uma das suas fotos. E até mesmo ilustrações foram banidas por representarem mamilos.
À BBC, Kevin Systrom afirmou considerar “justas” as regras, que têm, alegadamente, por objetivo tornar o Instagram “o mais seguro possível para adolescentes e adultos”.