“Esta não é uma má notícia, mas esta não é a noticia. Todos os governos da democracia e todos os partidos insistimos que o único comunicado que queremos ler é o em que a ETA declare o seu fim, de forma permanente e definitiva. Hoje não o fez”, afirmou.
“Estamos perante uma ETA com as mesmas pretensões de sempre, com uma versão distorcida da realidade, com um catálogo de revindicações que não abandona, com a mesma linguagem, cenografia e exigências”, disse ainda.